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O divisor de águas chegou à primavera

A primavera é a fase de transição. Talvez. Podemos preparar um novo ciclo que representa a renovação e o crescimento. Estamos entre o quente e o frio. Nesse embalo fiquei. Dizem que o período do ressurgimento chega quando plantares as sementes e regar os jardins para o renascimento.

A primavera é a estação do despertar. Às vezes é necessário enxergarmos através de uma fábula. Ou cair no mundo concreto. Por hora rompemos com os velhos padrões. Mantemos o que importa. É necessário o equilíbrio entre a força do nosso interior e a força coletiva. Sabe aquele prevérbio africano: “Se quiser ir rápido, vá sozinho. Se quiser ir longe, vá em grupo!”. A gente luta junto. Precisamos ir à direção dessa verdade. Qual é a fome?

Sabe um segredo. Temos que ser a nossa mulher das nossas vidas, decidida, madura e livre. A força interna é primordial. Aprendi com a filosofia materialista. Contudo, a liberdade da mulher precisa de uma condição histórica e material. Somos seres individuais. No entanto, somos seres sociais, ou seja, somos coletivos ao mesmo tempo. A mudança do individuo só é possível com a prática social no meio do coletivo.

Cedo ou tarde o passado reaparece. Não podemos apagar. Esquecer. O que podemos fazer é voltar na linha do tempo e escrever a história sob o ponto de vista material. Quando escrevemos estamos perto de quem somos. Escrever é como chegar ao extremo de si mesmo. A força é a fluidez que nos levam em direção ao caminho. Subir a montanha é o processo que nos chama para investigamos nosso modo pessoal de ser. Qual sistema de crenças serve pra mim? Uma decisão. A escolha. Chegar ao topo é a finalização de um ciclo.
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Atualizado em: Ter 16 Nov 2021

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