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As quatro horas na sala de aula

Há quem pense que o professor pode ficar ocioso em trabalho em sala de aula, ledo engano ou simplesmente essa pessoa não tem noção do que é uma sala de aula. Primeiramente o professor em sala ele e consumido pelas suas observações em ministrar aulas, passar o conhecimento e isso envolve muito tempo persuasão dedicação total, além de técnicas voltadas para queos objetivos sejam alcançados. Quando se está explicando e passando conteúdos e conhecimentos envolve muito dinamismo, criatividade e dedicação, pois se passa atividades, explicações, vídeos brincadeiras todo o contexto voltado para que o aluno consiga aprender, e isso muitas vezes e pesquisadas preparados antes até em mesmo fora de sua carga horaria. Mas também nosso tempo em sala de aula e tomado por outras várias atividades como: apontar lápis, isso a cada dois minutos, recortar algo de atividades.
- Pare de conversar Luan! Se concentre
- Silencio! Vamos parar com essas conversas paralelas!
- Fulano esta fazenda suas atividades?
_ Ciclano senta, pare de atrapalhar seu colega!
-Troca de bilhetinhos
De praxe, né? Porque quando você precisa contar algo para a sua amiga, não dá para esperar mais vinte minutinhos até o intervalo. E se você nunca sentiu a emoção que é ter o bilhete confiscado pela professora, você não sabe o que é se tremer toda.
O comportamento hiperativo pode ou não coexistir com a falta de atenção e fazer parte ou não da sintomatologia de TDA, que seria descrito, portanto, como Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade. O aluno hiperativo, embora não tenha necessariamente um transtorno, demonstra um comportamento de inquietude e impulsividade atípicos, o que pode ser prejudicial ao seu desenvolvimento biopsicossocial e acadêmico. O professor pode fazer as seguintes atitudes para ajudar: Como o estudante é mais inquieto, enérgico e possui maior facilidade em se desconcentrar, algumas dicas para ajudá-lo a manter uma postura mais calma, contribuindo para um aprendizado mais eficiente, envolvem mantê-lo nas primeiras fileiras da sala e afastá-los de portas e janelas, para evitar a distração.
Além disso, vale intercalar atividades de alto e baixo interesse, dar orientação adicional ao final das aulas, pedir ajuda ao aluno (como buscar materiais, por exemplo) no sentido de fazê-lo movimentar-se e recuperar o autocontrole quando estiver agitado.
Mas não são apenas comentários que podem fazer o queixo dos professores cair. São perguntas inesperadas que podem te deixar em uma saia justa ou te levam a pensar sobre coisas que nem estavam em seu radar; provocações que podem ser o início de um novo projeto ou apenas te tirar do sério; atitudes que surpreendem pela sua maturidade ou pela imprevisibilidade. Então sempre seremos surpreendido por alunos. E assim vai indo tempos preciosos sendo gastos em situações vazias que não acrescenta em nada os conteúdos. Tempo esse que poderia está sendo utilizados para auxiliar aquele aluno com mais dificuldades, a própria aula ser mais produtiva, mas acaba sendo sugada por esse tipo de situações. Sabemos que as crianças são reconhecidas pelas “pérolas” que soltam em comentários despretensiosos ou análises inesperadas. Com tudo isso improvisar é preciso, pois você planejou aquela aula, mas entrou na sala de aula e… não tinha lousa disponível. Ou um acontecimento entre a turma ou no noticiário mudou tudo. Não dá para simplesmente ignorar e seguir o planejamento ou cancelar tudo. O professor tem que agir na emergência, estar atento ao que vai vir e utilizar aquilo como ponto positivo, sem medo. O professor deve mostrar que possui tais habilidades e saber perceber seus alunos, cada um com suas características. Avaliar as diferenças individuais, dentro da sala de aula, é o passo mais importante para ajudá-los no processo de aprendizagem, pois é a partir daí que se torna possível formular estratégias para lidar com os problemas identificados.
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Atualizado em: Seg 24 Ago 2020

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