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Depois que a tempestade passar

Depois que a tempestade passar...
Que o brilho regressar ao firmamento
Vais aprender deverasmente, a dar valor ao vento
Vais entender quão grande o frio, te foi um acalento
E perceber em pranto, o quanto, o horror te fez orar
Que foste aluno compelido, sem o sol voltar a fulgurar

Depois que a tempestade passar...
Que puderes demonstrar vosso talento
Que na orbe então findar, o tal do isolamento
Do ambiente impuro, torpe, nefasto e virulento
Se rejeitardes graciosa, divina Graça do apartar
Terás, então contrito, saudades de amar

Depois que a tempestade passar...
Vais perceber, quão cristalino está o rio
O ar lá fora, o mais puro que já viu
Nos animais o sorriso, que a máscara não cobriu
Mas a chuva segue, até a quaresma terminar
Logo, a natureza viverá, até Jesus Ressuscitar

Conhecerás na tormenta, auras que emanam branco-luz
Arrevistas, oportunistas e gananciosos vem à tona
Que pegam do sensato e do altruísta uma carona
E até o “Pão e Circo”, do desprovido, inflaciona
A tempestade nos oferta o holocausto numa Cruz
Quem acolhe, herda as bênçãos amorosa de Jesus

Terás que do intempérie, extrair resiliência
Dádivas do amor ao próximo, ao meio, à paz e paciência
Pois nunca houve tão bela, vital e nobre consciência

Assim, retornar a caminhar, beijar, abraços renovar
Trabalhar, agradecer e parar de reclamar...
...depois que enfim, a sagrada tempestade consumar
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Atualizado em: Ter 19 Maio 2020

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