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Sobre o oeste

A imagem disforica do espelho se monta em minha mente. A identidade se desmanchou em minhas mãos e a imagem do sonho distante está nos sutis ruídos do som da noite. 
As faces novas se assentaram ao meu redor, seus olhos não me viram em minha essência, eles me viram ressurgido. Eu estou mentindo pra eles? Ou eu saí de meu purgatório? Pecado, a vida de pecado, o meu pecado, o passado oculto, mesmo que minha voz me denuncie e anuncie a mancha na minha alma, pouco importa. Os brindes estão começando! Não importa, não me escondo, mas não importa. Eu ou quem? Mas por favor, segure em minha mão, eu ainda quero ver o por do sol. 

 

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Atualizado em: Seg 16 Mar 2020

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