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Deixe o Karl cair

Eu não sei por onde começar. Honestamente, eu nem queria começar a escrever isso aqui. Sempre é um pé ( um pé não, DOIS) no saco falar sobre a minha própria vida.
Quando eu tinha 11 anos, eu gostava de amar, poder sentir a sensação e descrevê-la em poemas. Eu amava, amava muita gente e amava amar. Conseguia falar sobre a melhor dor de todas: a dor de sentir que é amado profundamente e incondicionalmente, e recíproco, cem por cento recíproco.
Meu principal e maior desejo de pré-adolescente era namorar, ter um namorado bem clichê de escola que me fizesse ter uma experiência normal e cheia de “encontrinhos” vazios que alimentassem o meu desejo de ter algo que só fosse meu: ele (seja lá que garoto fosse, minha admiração pelo sexo oposto excedia da média).
Já nos meus grandes 18 anos eu consegui meu objetivo. Não que eu não tenha tido um namorado, para falar a verdade, nunca tive nada sério com ninguém. Fiquei com muita gente, conquistei todo o tipo de homens. Segui meu próprio protocolo mental sociopático criado por mim mesma depois de estudar o comportamento masculino friamente durante dois anos em um grupo de revoltosos e revolucionários adolescentes (totalmente sujos e másculos) chamado ***.
Depois do dito cujo, e uma leve humilhada do professor de Química ******, que queria me convencer que eu levaria muitos foras na vida, além daquele naquele bendito maldito nunca-devia-ter-existido dia. Eu enlouqueci a mim mesma com a ideia de nunca ser rejeitada: sempre ser desejada.
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Atualizado em: Seg 3 Fev 2020

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