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"QUEIRA VOCÊ E O DIABO OU NÃO, DEUS É DEUS E PONTO FINAL"

As ideias quiméricas de que Deus é uma ideia, um sonho, uma ilusão, sub-produto de nossas imaginações, mais um deus, é a maior mentira que o Diabo enxertou na vida de muitos transeuntes que permearam a ainda permeiam sobre a face dessa Terra, homens facciosos, réprobos, incongruentes, faltos de juízo, haja vista neste presente século ao qual estamos vivendo, muitos tem se enveredado pelos caminhos tortuosos e oblíquos do atrofiamento da verdade, são pessoas que não apreendem um mínimo sequer de conteúdo sólido sobre Teologia, Religião, Deus etc., todavia, querem á guisa irremediável, imutável, intransigível, enraizarem-se no erro de que Deus não existe.
 Irei expor argumentos fortíssimos sobre a peremptória e inegável existência de Deus:
O neurocirurgião Eben Alexander III já acreditava em relatos das pessoas que quase enfrentaram a morte e declararam ter visto certa luz, e com explicação pela neurociência.
E Eben mesmo passou pela experiência, sentindo que a ciência não era suficiente para a explicação do observado; ele enfrentou coma profundo após ser surpreendido com meningite. O mesmo disse ter renascido em substância gelatinosa e que uma linda garota o guiou, com asas de borboleta, para o Deus de Amor. A experiência é contada no livro “Uma Prova do Céu”.
Este grande biólogo americano Francis Collins, um cientista talentosíssimo, foi um dos responsáveis do mapeamento do DNA humano no ano de 2001. E o seu conhecimento científico não impediu a crença na religião, por Deus.
Com o livro A Linguagem de Deus, contou sua trajetória onde deixou de ser ateu para ser cristão, aos 27 anos de idade. Para ele é preciso a ciência e a religião para as sociedades, como complementares.
Christoph Benzmüller e Bruno Woltzenlogel Paleo, cientistas da Universidade Livre de Berlim formalizaram teorema sobre a existência de Deus, criado por Kurt Gödel. O trabalho foi feito com base na ciência do ser em geral, o argumento ontológico de Gödel. Este havia apresentado teorema matemático para essa existência.
Os dois mostraram a prova de Gödel correta, a nível matemático, com um MacBook, com lógica modal superior. O que foi mostrado é que com a tecnologia incrível, há resultados avançados e científicos.
A CNN publicou relato do Dr. Steven Laureys, cientista belga e estudioso das Experiências de Quase Morte, com os pacientes em coma. E as histórias das pessoas que voltam à vida, são semelhantes. O estudo aponta para existência de algo além da vida, com pacientes voltando mais felizes do coma e sem medo da morte.
 São Tomás de Aquino fala sobre 5 argumentos sobre a existência de Deus interessantes:
1. A Primeira Via: A Prova Pelo Movimento As cinco vias são concludentes; não são, contudo, igualmente de fácil apreensão. Por isso, em relação à apreensão, sobressai às outras a primeira, chamada via do movimento.1 Na Summa Contra Gentiles, ela é exposta de forma mais minudente que as outras. Mondin atribui isso ao fato de Tomás ainda querer se valer dos pressupostos da cosmologia aristotélica para melhor fundamentá-la; na Summa Theologiae, obra da sua maturidade, dá primazia à tese metafísica do ato e da potência.2 No Compendium Theologiae, não encetando uma exposição sistemática das cinco vias, o Aquinate prefere sintetizar a sua demonstração da existência de Deus pela prova do movimento. Ora, talvez estes indicativos bastem para indicar a sua predileção por esta via. Na Suma Teológica, de forma mais concisa, Tomás a apresenta assim. É certo, porquanto os nossos sentidos nos atestam, que no mundo algumas coisas se movem.3 No entanto, nada se move a si mesmo, o que é o mesmo que dizer tudo o que se move é movido por outro.4 Acresça-se, ainda, que tudo o que se move, enquanto é movido, está em potência para aquilo para o que se move. Por outro lado, nada pode mover algo senão enquanto está em ato em relação àquilo a que moverá.5 Desta forma, mover uma coisa é fazê-la passar da potência ao ato, e isto só pode ser feito por um ente que já esteja em ato: “Movere enim nihil aliud est quam educere aliquid de potentia in actum” 6 . Agora bem, nada pode estar, simultaneamente e sob o mesmo aspecto, em ato e em potência. Por isso, nada pode mover algo senão enquanto está em ato com relação a ele. Logo, urge incorporar à cosmologia Aristotélica do movimento, o fundamento metafísico do ato e da potência: nada pode mover a si mesmo, porque nada pode estar, ao mesmo tempo e sob o mesmo aspecto, em ato e em potência. Por conseguinte, se o movente estiver também ele em movimento, mister é que, também ele seja movido por outro movente. E se este, igualmente estiver em movimento, igualmente terá que ser movido, já que nada pode mover a si mesmo, e assim sucessivamente.7 Ora bem, nesta série de moventes e movidos, não se pode retroceder indefinidamente8 , visto que, neste caso, não haveria um primeiro motor. Ora, em não havendo um primeiro motor, não haveria, tampouco, um segundo, haja vista que, já que nada pode mover a si mesmo, o segundo motor só se move em virtude do primeiro. Desta sorte, sem um primeiro motor, não poderia haver qualquer outro, “(...) pois os motores segundos só se movem pela moção do primeiro motor”9 . Portanto, a hipótese de que não haja um primeiro motor, equivale à negação do próprio movimento. Porém, sendo evidente a sua existência, patenteada pelos nossos sentidos, ele (o movimento) não pode ser negado, sem que se caia no absurdo. Desta feita, a única forma de se explicar o movimento, é estabelecendo a existência de um primeiro motor. Este, precisamente por ser o primeiro, é imóvel, uma vez que, se se movesse, seria movido por outro e já não seria o primeiro, posto que nada pode mover a si mesmo. Ora, este primeiro motor imóvel corresponde justamente àquilo a que todos chamam Deus: “Ergo necesse est devenire ad aliquod primum movens, quod nullo movetur: et hoc omnes intelligunt Deum” 10 . A fim de melhor elucidarmos esta prova, importa fazermos algumas considerações. A causa é sempre superior ao seu efeito. Por isso, a ordem das causas motrizes, a qual analisamos acima, implica a existência de causas hierarquicamente organizadas. Cumpre dizer, ademais, que não estamos falando de causas motrizes individuais e isoladas, mas sim daquelas que estão a causar o movimento e a própria virtude motriz de toda uma espécie. Por exemplo, um indivíduo de uma dada espécie, decerto basta para justificar o movimento de um outro indivíduo da mesma espécie. Assim, uma pedra basta para mover outra pedra. Entretanto, se tomarmos a eficácia motriz desta mesma espécie enquanto tal, um indivíduo, inserido nesta espécie, já não bastaria para dar razão à eficácia motora desta espécie, pois, neste caso, ele teria que ser anterior à própria espécie, dentro da qual precisamente se encontra. Ora, isto é impossível. Por outro lado, como o efeito tem de ser sempre inferior à sua causa, a causa do existir desta espécie deve se encontrar em algo que seja superior a ela.11 Agora bem, aplicando esta regra ao conjunto das espécies, verificamos, em primeiro lugar, que cada uma delas não possui senão uma única causa motriz, e que as chamadas “causas motrizes segundas” de cada uma delas, não são senão causas instrumentais a nos remeterem sempre àquela causa motriz primeira e superior. Ademais, seguindo esta mesma linha de raciocínio, atende não pararmos nas próprias espécies tomadas isoladamente. Cuida analisarmos o conjunto de todas elas. De fato, se cada uma delas é causada por uma causa motriz que lhe é superior, importa chegar a uma causa motriz verdadeiramente primeira, ou seja, a uma causa que esteja realmente acima de toda e qualquer espécie e que não se encontre subordinada, e nem seja movida, por qualquer outra causa que lhe seja superior.12 Ora, falando em termos absolutos, somente esta causa primeira será causa motriz, pois só ela será tal que não será movida por mais nada, ao mesmo tempo que dela procederá a moção de todas as demais. Ademais, sendo superior a todas as outras, só dela poderá provir o influxo motriz de todas as demais. Destarte, a prova pelo movimento só ganha plena inteligibilidade num universo hierarquicamente organizado, onde realmente há uma cadeia de causas ordenadas que procedem de uma causa motriz superior e única.13 Por um lado, de forma descendente ou decrescente, cumpre dizer que é desta causa motriz primeira e superior que emanará o influxo motriz que gerará aquela cadeia de causas ordenadas que consideramos acima. Por outro, é desta cadeia de causas, na qual uma causa motriz inferior é gerada por outra que lhe é imediatamente superior, que remontaremos, de modo ascendente e crescente, àquela causa primeira que transcende a toda série causal e de cujo influxo dimana a motricidade de todas as outras causas motrizes. Passemos a expor a segunda via, a das causas eficientes.
2. A Segunda Via: A Prova Pela Causa Eficiente Tomemos novamente as coisas sensíveis, e verificaremos nelas uma ordem de causas eficientes, ou seja, uma ordem que consiste no fato de que certos entes produzem outros entes. Observemos, por demais, que, também aqui, uma coisa não pode ser causa eficiente de si mesma, pois a causa é sempre anterior ao efeito; do contrário, se algo pudesse ser causa de si mesmo, teria que ser anterior a si mesmo, o que é um absurdo.14 Por outro lado, também aqui não se pode remontar até ao infinito, porque se trata de uma ordem de causas essencialmente ordenadas, isto é, de uma ordem na qual o efeito é sempre algo que veio à existência e nela se conserva sob o influxo ininterrupto e atual de uma causa que o precedera. Donde se segue que, em tal ordenamento, o efeito não pode existir sem a causa. Ratificamos: aqui também não poderia ocorrer um retrocesso indefinido, ad infinitum, já que, numa ordem de tal natureza, uma causa depende atualmente da outra para existir. Desta feita, importa admitir a existência de uma causa eficiente primeira, que seja, por sua vez, incausada, isto é, que não seja efeito de nada. Só assim aquele axioma segundo o qual a causa deve sempre preceder o seu efeito, e, concomitantemente, nada pode ser causa de si mesmo, permanecerá salvaguardado. Axioma este que Tomás sintetiza na forma lapidar: “(...) remota autem causa, removetur effectcus”15 . Ora, um mundo assim disposto, é tal que o efeito último não existiria sem uma causa segunda, e esta causa segunda, por seu lado, também não existiria sem uma causa primeira. De resto, não importa quantas sejam as causas intermediárias, o que se tem estabelecido é que a causa primeira é conditio sine qua non para a existência: tanto das causas segundas quanto do efeito último. Por conseguinte, se não existisse uma causa primeira, tampouco existiriam causas intermediárias, e menos ainda um efeito último. Entretanto, como é certo e atestável pelos nossos sentidos que há causas intermediárias e efeito último, é certo também que existe uma causa primeira, à qual cabe a produção universal de todos os entes. Tal causa, todos entendem ser Deus.16 Passemos à exposição da terceira, a via do contingente e do necessário.
3. A Terceira Via: A Prova Pelo Necessário A terceira via parte da distinção entre o possível (possibili) e o necessário (necessario). Importa discriminarmos, desde já, as duas premissas fundantes desta prova. O seu primeiro axioma diz respeito ao fato de o possível ser definido como contingente, vale dizer, como aquilo que pode ser e não ser, e nisto, precisamente, ele difere do necessário. A segunda premissa, que é um corolário da primeira, consiste no fato de que, o que pode não ser não possui em si mesmo, a saber, em sua essência, a razão da sua existência. Ora, o que não possui em si mesmo a razão da sua existência tem de recebê-la de uma causa eficiente que lha comunique, já que não a possui por si.17 Postos estes fundamentos, é possível voltarmo-nos para as coisas sensíveis, a fim de podermos constatar que nelas há entes que nascem e se corrompem, ou seja, que podem ser ou não ser. Mas é impossível, de fato, que coisas que possam não ser tenham sido sempre. Com efeito, é da própria essência do possível não ter sido em algum momento. Destarte, se todas as coisas são possíveis, houve algum momento em que nenhuma delas foi, ou seja, houve um momento em que nada existia.18 Ora, o que não é não pode vir a ser senão pelo que é. Donde, se todas as coisas fossem possíveis, vale lembrar, pudessem não ser, teria havido um momento em que nada havia, mas, se isso é verdadeiro, dado que nada pode passar a ser senão pelo que já é, ainda hoje nada existiria. Mas isto é evidentemente falso. Daí que a existência de coisas possíveis reclama a existência de um ser necessário.19 Ora bem, este ser necessário, por seu turno, pode sê-lo, ou por si ou em virtude de outro ser necessário. Entretanto, também aqui não se pode retroceder ao infinito na série de seres necessários, porquanto, se assim fosse, não haveria ser necessário algum, haja vista que o necessário – propriamente falando – é justamente aquilo que existe por si e não em virtude de qualquer outra coisa.20 Por conseguinte, cumpre admitir, também aqui, a existência de um ser necessário, a saber, a existência de um ser que exista por si e que não receba de nada a causa da sua existência, tendo em vista que já possua, em sua própria essência, a razão da sua existência. Ora, é este ser necessário que, por seu lado, comunica a todos os demais seres a sua necessidade. Um ser tal, todos entendemos ser Deus: Portanto, é necessário afirmar a existência de algo necessário por si mesmo, que não encontra alhures a causa de sua necessidade, mas que é causa da necessidade para os outros: o que todos chamam Deus.21 Passemos a considerar a quarta via, a via pelos graus do ser.
4. A Quarta Via: A Prova Pelos Graus do Ser Podemos comprovar, mediante a experiência sensível, que existem coisas mais e menos boas, mais e menos verdadeiras, mais e menos nobres. Ora, mais ou menos só é atribuível a uma coisa na medida em que esta coisa se aproxima, mais ou menos também, daquilo que é máximo.22 De sorte que, a existência de graus diversos de bondade, verdade e nobreza nas coisas está a indicar que existe uma bondade suprema, uma verdade suprema e uma nobreza suprema. Agora bem, bondade, verdade e nobreza não são senão transcendentais de uma mesma coisa, qual seja, o ente (ens). Tais transcendentais são propriedades fundamentais do ente, visto que não se reduzem e nem se limitam a nenhum modo de existir em particular, mas transcendem a todos eles, enquanto estão presentes em toda e qualquer coisa que se denomine ente. Sendo assim, aquilo que é verdadeiro ou bom em grau supremo é também, ipso facto, ente em grau supremo.23 Ademais, aquilo que é máximo num determinado gênero é causa de tudo o que é deste gênero. 24 Portanto, o ente supremo é a causa – para todos os demais entes – do ser e de todas as perfeições que o ser implica, vale lembrar, a verdade, a bondade e a nobreza. Deveras, este ente perfeitíssimo, e fonte de toda perfeição, é o que chamamos Deus: “Existe então algo que é, para todos os outros entes, causa de ser, de bondade e de toda a perfeição: nós o chamamos Deus”25 . Passemos à análise da via do governo do mundo ou da causa final.
5. A Quinta Via: A Prova Pela Causa Final A quinta-via é bem conhecida da tradição teológica. Tomás diz que a recebe de João Damasceno. Ela se baseia num axioma: coisas contrárias entre si, ou seja, de naturezas dissonantes, não podem encontrar-se numa mesma ordem e nem conciliar-se em torno de um mesmo fim, sem que algo as governe e dirija, todas e cada uma em particular.26 Ora, isto é o que verificamos na experiência sensível. Com efeito, ela nos mostra que coisas díspares, apesar disso, harmonizam-se, organizando-se sempre ou quase sempre com o fito de alcançarem um fim comum. Assim sendo, forçoso é reconhecer que exista algo que, por sua providência, ordena-as ao que é ótimo. Ora, é este soberano governador do mundo que todos entendem ser Deus.27 A Suma Teológica só explicita que este supremo governante deve ser um ser inteligente, posto que, o que nos interpela é justamente o fato de percebermos que coisas destituídas de conhecimento – como os corpos físicos ou naturais – busquem um fim, isto é, ajam sempre ou quase sempre de um mesmo modo. Somos por isso impelidos a admitir a necessidade de uma Inteligência Primeira, sem a qual esta mesma realidade permaneceria ininteligível, uma vez que coisas destituídas de conhecimento não podem dirigir-se a um fim – como que determinadas por uma intenção –, salvo se forem governadas por uma inteligência.28 Da mesma forma que não se conseguiria explicar uma flecha que pudesse buscar e atingir o seu alvo, sem que antes fosse arremessada por um arqueiro, de igual modo, a ordem do mundo permaneceria completamente ininteligível, sem uma Inteligência suprema que a comandasse. Ora, esta Inteligência soberana é exatamente o que todos entendem ser Deus: Ora, aquilo que não tem conhecimento não tende a um fim, a não ser dirigido por algo que conhece e que é inteligente, como a flecha pelo arqueiro. Logo, existe algo inteligente pelo qual todas as coisas naturais são ordenadas ao fim, e a isso nós chamamos Deus.29 É certo, pois, que, dentre todas as demais provas, esta é a que se tornou a mais conhecida do vulgo. Não é de pouca monta que, entre todas as demais vias, seja esta a única que Tomás retoma num Sermão dirigido aos indoutos. De fato, no Expositio Super Symbolo Apostolorum, o Frade de Roccasecca expõe esta mesma via, só que de forma não erudita. Todavia, inobstante seja a mais aceita entre os incautos, a quinta-via é, paradoxalmente – não só apodítica como as outras –, mas também a mais profunda de todas elas, e poder-se-ia até dizer que é a prova das provas, já que considera os dados sensíveis, enquanto os recolhe da observação atenta da ordem do universo. Em outras palavras, ela parte da perspectiva decisiva da causa final que, como já dizia Aristóteles, é a causa das causas. Com efeito, de posse do fato de que a harmonia do mundo exige uma Inteligência primeira, é preciso afirmar, também, consoante isto mesmo, que esta mesma Inteligência primeira, antes de exercer sobre as coisas a sua causalidade eficiente, isto é, antes de produzilas no ser, determina-as, a priori, quanto ao fim que devem lograr. Com outras palavras, mais do que constatar a racionalidade do cosmo do ponto de vista da existência das coisas, a quintavia alcança a verdade a respeito da razão última do existir de todas as coisas que são. Não só constata a racionalidade da natureza, mas indica, sobretudo, a razão pela qual há uma natureza. Sobre este aspecto da quinta-via, assevera Gilson: Em seu aspecto mais profundo, vê na causa final a razão pela qual se exerce a causa eficiente, ou seja, a causa da causa. De modo que não alcança somente – nem sequer em primeiro lugar – a razão da ordem que há na natureza, senão que também e, sobretudo, a razão pela qual há uma natureza. Em poucas palavras, mais além das maneiras inteligíveis de existir, a causa final alcança a razão suprema pela qual as coisas existem. Esta é exatamente a razão que a prova pela causa final tem em vista e à que chega, quando conclui a existência de Deus.30 O cosmo tem um fim uno, já que a sua causa primeira também é una. E este fim, ao qual todas as coisas devem a sua existência, e ao qual se inclinam por sua própria natureza, é Deus. Destarte, é Deus que as criou e as governa para Ele próprio. A razão do existir de todas as coisas – vale dizer, do próprio cosmo –, é, então, tender para Deus, voltar-se para Ele, assemelhar-se-Lhe, inclinando-se a Ele. De fato, cada ente, enquanto cumpre em sua própria natureza o desígnio do Pensamento criador, torna-se a Ele similar, imitando-o imperfeitamente.31 Por isso, no princípio, era a inteligência, e as coisas criadas por essa Inteligência nos revelam, imitando-a parcial e imperfeitamente, o mistério dEla própria, ou seja, do seu ser inefável. Deus nos fez para Ele; não bastasse isso, é Ele mesmo quem nos dirige para Ele, como para o nosso derradeiro fim. Ele é o princípio e o fim de todas as coisas que são; é o alfa e o ômega de toda a criação. 
 Eu concordo com qualquer pessoa que vez por outra venha a dizer-me:
_Eu não tenho fé para acreditar na existência de Deus!
sabe porque eu concordo, porque realmente é mister que se tenha fé para crer em Deus, porém em contrapartida eu rejeito completamente a contraditória afirmativa: "Eu não acredito em Deus", dizer isto é a maior de todas as tolices que alguém que se diga ter um poucochinho só de conhecimente pode dizer, é aberrantente, é utopia, é parolagem, é falacia, é "o fim da picada", é o cúmulo do absurdo; e tem mais Deus é Deus e ponto Final... À título informativo: Não irei parar por aqui.
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Atualizado em: Sex 20 Jul 2018
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