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Ar do amor

Ar no profundo da imensidão...
Até te cala na solidão.
Bem pouca tua voz braveja
Com tem coração a murmurar...
Vorazmente até que seja a esperança...
Dentro do pesadelo que doma.
Natureza sem rumo...
Por mais voz o digo que o amor...
Sopra no desespero do desconhecido.
Para teus olhos deferi a tristeza. 
E para tua alma a beleza que assume 
Muitas formas... Por sua vida mera passagem.
Do desconhecido a morte que espera.
Som surdido na voracidade seu amor pela vida. 
Erroneamente o firmamento puro amantes.
Seres vivos ou morto que consome o dia e a noite.
Bem querer, unicamente para o vazio do mundo o amor contempla a vastidão do teu coração.
Simplesmente por estar e viver com mais ou menos será sempre meu amor.
Nos desejos deste mundo que se expande...
A grandeza dessa vida para eternidade...
O que somos para o vento do vazio...
Que sussurra em teus ouvidos palavras
Dos quais foram feitas durante o amor 
Que parado sobre paradigma do teu olhar.
Expressa se longe e vital a tua vida.
Calo me passivamente deixo levar
Pelo vento de emoções e fechado meus olhos
Morro entre a superfície da vida em teus braços meu amor.
Por tua natureza vorazmente resplandece neste momento que a morte trágica
Seja sublime e tua que pronunciamos tornou-se a eternidade.
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Atualizado em: Qua 22 Mar 2017

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