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Eu sou quem sou

Minha família, como se diz meus familiares desde aquele momento que decidir ir pra outra cidade estuda, eu própria nunca mais soube deles, mais além de tudo, mesmo assim são minha família, apesar de que tivesse sido abandonada por eles, eu ainda os amo. Vou dizer como eu sou, eu sempre fui bonita desde pequena e eu estou falando serio, eu tenho cabelos meio loiro junto com castanho claro, falam que meu cabelo tem cor de caramelo, não que ele tem cor de caramelo, mas é esse o nome da cor do meu cabelo, meus olhos são mais como íris cinza, uma cor única, meio azul meio cinza, falam que meus olhos são muito bonitos, minha cara não é tão magra mais também não muito gorda, eu sou fofa do meu jeito, pintinhas na bochecha não muito escuras nem muito claras, minha pele não é muito escura, eu sou assim, perfeita como sou. Agora tenho vinte e três anos, sou formada em direito e sou uma advogada, eu saí de casa com meus dezoito anos e nunca mais voltei. Não é que eu não queira volta, é que meus pais não me deixariam volta pra casa deles ou nem pra suas vidas.
Eu moro sozinha em um apartamento, eu queria uma casa com um jardim enorme, mais eu não tenho dinheiro pra uma casa tão grande por isso moro em um apartamento considerado grande, ele é moderno por esse motivo gosto muito dele, as vezes me sinto solitária como eu tivesse sozinha no mundo, eu amo minha vida mais sei que falta alguma coisa, não sei o que, mais falta, algumas pessoas falam que eu sou dramática, Mencionam que eu sou muito quieta e que tenho que me solta mais, eu sou uma pessoa super festeira, animada e as vezes bebo um pouco mais da conta, quando eu estou mais calada, é que não tenho motivos pra fala alguma coisa, não é todo momento que estou tranquila ou calma, não é como eu não fosse uma pessoa animada ou feliz é que eu quero só fica na minha.
Uma vez eu tava numa festa, bebi só um pouquinho a mais que eu devia, eu fiz um barraco porque exigiram que eu sai-se, porque uma mulher mais endinheirada
não queria eu na festa dela, naquele momento subiu uma gana daquela mulher que quebrei tudo, e a mulher ficou indignada comigo, venho na porrada, só foi um soco pra ela cair no chão, assim sendo fui presa, fui minha própria advogada e venci meu próprio caso, ainda saí debochando da cara dela, foi um dia de vitoria, depois até celebrei em um bar.
Falando mais da minha vida. Um dia fiquei na espreita de uma porta, não é que eu seja fofoqueira, mais tinha duas mulheres e fiquei na vigia, só olhando as duas, atenta na conversa, olha o babado umas das amigas não sei qual, ficou com o namorado da outra, então ela começou a chama a amiga de traidora, hipócrita, fingida, mentirosa, talarica e muitas outras coisas, começaram a empurra uma a outra, começou uma choradeira a garota dizendo desculpa e lamento por tudo, a outra deu um tapa na cara dela da amiga talarica, ai inicia a porrada, eu não sabia se devia interferi ou não, não era minha vida, nem minhas amigas, então decidi fica só olhando quem ganharia essa briga, aliás a amiga talarica era boa de luta, não tinha porque eu ajuda, além do mais eu não queria me machuca por causa de uma briguinha, de mais e mais chegou o segurança do prédio, pelo menos as duas saíram vivas, uma saiu quebrada e outra com um namorado, mais é assim a vida né mesmo, uma tem que ganha e outra tem que perde.

As vezes minha vida era parada e também agitada, eu só existia no mundo, de sete bilhões de pessoas, eu era louca e calma ao mesmo tempo, aqui e agora eu sou feliz mais também posso fica infeliz, minha existência era assim, feliz agora mais posso estava infeliz daqui uma hora, todos acham que eu sou séria por ser uma advogada, mais eu sou muito louca, até mais louca que os bandidos que eu defendo, juro se alguém fala qualquer coisa de mim eu caio no soco, pode ser uma pessoa forte ou até o presidente, eu quebro mesmo assim, na minha antiga rua nunca mexeram comigo toda minha família falava que eu nunca me formaria advogada porque eu estaria presa, eu agora sou a melhor advogada da cidade ou até do estado, sou doida mesmo, dizem que sou problemática se eu for o que vão fazer? nada, então fique quietinho no seu canto, deixe eu vive minha vida, eu sou quem sou, não posso muda e eu não quero muda eu sou feliz assim, vou continua assim, se não gostou estou nem ai, some da minha vida porque não vai muda nada se você for.
Minha mãe me mandou a uma psicologa, quando eu tinha quinze anos, eu estudava, tirava boas notas, só arrumava umas briguinhas, nunca na sala de aula só no pátio, eu mostrava quem eu era, não queira vê como sou, porque sou mais feroz que um leão e com olhos de uma águia. Eu ia na psicologa uma vez na semana, ficava só sentada olhando e falando sobre minha vida, ela sempre anotava, no final disse que eu só precisava de mais carinho do meus pais, poderia ser isso, mais não era, ninguém entendia que eu era assim, nasci assim e vou morre assim, meu irmão mais velho era o único que me entendia, mais foi mora no exterior, meus pais devem fala que eu estou bem, para o diogo, mais eles estão certo eu estou bem no meu modo de vista.
Eu no trabalho eu sou tranquila, equilibrada e uma pessoa super amigável, todas as pessoas do meu trabalho gostam de mim, referenciam eu como uma pessoa da paz, eu sou uma pessoa calma quando eu quero, meu melhor amigo me descreve como bipolar, eu aceito de bom grado, honestamente também me acho uma pessoa bipolar, não é que sou obrigada a ser legal, eu sou muito amigável e divertida, quem me conhece sabe que sou muito legal de conviver, mesmo sendo temperamental.
Ficam me interrogando, falando se eu nunca tinha namorado, já namorei uns três caras, um quando tinha meus quinze anos, Arthur o popular, chato mais bonito. Durante o tempo que namorei com ele, todas as vezes que saímos, ele sempre tirava fotos em qualquer momento, não importava com quem e qual lugar estava, sempre postava tudo, tudo mesmo. Conforme o tempo não soube mais lidar com ele, e terminamos. o meu segundo namorado, eu ainda morava com minha mãe, dezessete quase dezoito, era o Gustavo gentil, romântico, raramente nós dois saía, a gente passava o tempo olhando filmes ou séries, depois de dois meses terminamos, saímos como amigos, virou um policial e hoje é casado. o meu outro namorado foi quando estava na faculdade, namorei ele uns quatro anos, no tempo da faculdade, foi do primeiro ano à o penúltimo ano, perguntam por que terminei? tudo o que sentimos se desfez, ele era um cara legal, com ele era eu mesma, justamente quando podia me solta acabamos terminando.
Quando eu tinha oito anos, sofri um acidente de carro, meus tios estavam comigo, meu tio Fernando era quem estava dirigindo e minha tia Laura estava sentada na frente no lado do meu tio, não me lembro muito bem desse dia, lembro que veio um caminhão e estava na mesma via que a gente, mais tombou, meu tio não tinha como vira a direção então bateu, eles morreram na hora e eu fui a única a fica viva, depois do acidente, eu fiquei com muito medo de sair de carro, e eu fugi, me encontraram só uma semana depois em outra cidade, com uma vovozinha que tinha cuidado de mim, quando voltei minha mãe só brigou comigo, fingi que não estava escutando.
A primeira vez que disse que gostaria de ser uma advogada, tinha meus doze anos, meus pais só riram de mim e falaram que era sonho de criança, mais eu nunca desisti do meu sonho, eu decidi luta pelo o que eu mesma queria, e aqui estou eu uma advogada muito boa, fiquei em duvidas em ser promotora ou advogada mais me tornei advogada.
Perguntam se meus pais, vissem o que eu me tornei, uma mulher forte, bem sucedida, louca mais meiga, eu nunca sei oque responde, ficariam felizes por mim ou não?, me abraçariam ou não?, não sei e nunca vou saber a resposta. eu tenho meus defeitos mais também minhas qualidades, meus pais nunca viram minhas qualidades só meus defeitos, quando eu quebrava algo brigavam comigo, nunca falaram obrigado quando eu comprava de novo a mesma coisa que quebrei, ou quando eu brigava com minhas primas, minha mãe me ordenava que eu pedisse desculpa, mais elas roubavam e gastavam o dinheiro da minha mãe, eu dava meu próprio dinheiro pra ela não fica sem, porque eu não conto, eu fazia isso com orgulho, gostava de vê minha mãe feliz, mesmo eu não estando.
Eu em nenhum momento odiei minha mãe, ela é meu mundo, só porque era a ovelha negra da família, se fosse antes ficaria triste por ser a ovelha negra, agora eu nem me importo. Nenhuma vez parei de amar minha mãe, guardei muitas coisas pra mim, por esse motivo me tornei forte ou de outro ponto de vista falam que isso me deixou assim como eu sou, eu nem sequer uma vez me afetei com esse assunto.
Como saí de casa, foi num dia chuvoso, tava dia e contei pra minha família que entraria numa faculdade de direito, eles ficaram felizes. Nesse dia fui em uma festa, pra comemora essa vitória, e sem querer fiz um barraco, tinha dois caras se socando, não sei o motivo e nem queria saber, ninguém fez nada e eu tava bêbada, só um pouquinho, então peguei uma garrafa e quebrei na cabeça de um deles, no outro cara acertei ele com uma cadeira bem nas costas, acho que doeu. Os dois ficaram caídos no chão, um tava com a cabeça sangrando e outro com uns ossos quebrados, fui levada pra delegacia, meus pais começaram fala que nunca seria uma advogada que eu estaria numa prisão não defendendo alguém e eu era a que precisaria se defendida, fiquei uns dois meses presa, depois que saí, peguei minha coisas na casa do meus pais e fui embora, eles nem olharam na minha cara, nem ao menos falaram ''Adeus'' pelo menos eu dei adeus ao meu irmão, e também surrei uma garota que falava mau do meu irmão, foi ai que sai em paz da minha cidade.
Hoje sou uma ótima advogada, fui presa só umas seis ou sete vezes durante esse progresso e não aprendi nada ainda sobre me controla, claro fui solta todas essas vezes por não ter provas que me manteve presa, só queria dizer a minha mãe ''mãe eu consegui'', mais sei que sera impossível, então essa é EU, agora posso dizer EU SOU QUEM SOU e vou encontra o que falta na minha vida.
     FIM
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Atualizado em: Qua 6 Out 2021

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