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Covardia

Neste fim de semana li um livro de um homem que não me era muito apreciável. Este livro falava sobre a Revolução Francesa e um homem que fez a diferença para a França, e de certa forma para o mundo.   Um pequeno grande homem chamado Napoleão Bonaparte foi minha inspiração para escrever o tema de hoje, que foi sugerido por uma amiga e muito bem aceito por mim.   Napoleão Bonaparte nasceu na Córsega, 15 de Agosto de 1769 e morreu no exílio na ilha de Santa Helena em 5 de Maio de 1821. Napoleão liderou a França de 1799 a 1815, dez anos após a Revolução Francesa. Neste período, invadiu grande parte da Europa e chegou a se nomear imperador.   Estudando sobre Napoleão compreendi que o medo não é sinal de covardia, ele nos possibilita agir com bravura diante das situações da vida.   Quem sente medo e, apesar disso, segue adiante sem se deixar intimidar está dando uma prova de valentia.   Quem enfrenta situações arriscadas sem se dar conta do perigo demonstra irresponsabilidade.   O jovem Napoleão tremia durante os bombardeios no cerco de Toulon e um soldado comentou: “Reparem como ele está morto de medo!”. “Mas continuo combatendo. Se você sentisse a metade do pavor que estou sentindo, já teria fugido há muito tempo”, respondeu Napoleão.   Covardia é um vício que, convencionalmente, é visto como corrupção da prudência, oposto a toda coragem e bravura. É um comportamento que reflete falta de coragem, pusilanimidade ou ainda ânimo traiçoeiro.   A covardia é algo que te força a não tentar, a não lutar por simples medo, por indecisão, por fraqueza.   Covardia é deixar de fazer algo, desistir, abandonar pela metade pela falta de confiança em si próprio.   E o pior de tudo, covardia é atacar sabendo que o adversário não poderá defender-se.
É muito difícil ser corajoso, porém é muito mais humilhante ser covarde. Não assumir seus atos. Se esconder e mentir o tempo todo por medo de se expor, medo de tentar.   A covardia é para os fracos e pequenos que se deixam levar pelos atos alheios, por que uma grande pessoa pode ser morta em combate mas nunca intimidada, pois ela nunca se acovarda.   Mas não culpe os fracos por serem covardes, cada ser humano possui uma lenda pessoal, cumpramos a nossa e deixe que cada um cumpra a sua, mesmo que essa lenda seja fugir dos combates e sempre culpar outrem por suas derrotas.   Para sermos grandes homens de coragem não precisamos ser homens de história. Pois nossos atos de bravura é que escreverão nossa história.   Os covardes por sua vez nunca terão história alguma pra contar, sequer terão quem a conte.   Napoleão era um homem comum que não usou dos atos de coragem que possuia para ser imortal, ele só lutou e nunca se acovardou, a imortalidade foi apenas consequência disso.   Assim como eu estou aqui hoje falando sobre a coragem de Napoleão, haverá alguém no futuro que irá descrever os seus atos de coragem. Mas, você possui atos de coragem para serem contados no futuro?

"Duas alavancas movem o homem: interesse e medo." Napoleão Bonaparte

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Atualizado em: Ter 8 Mar 2011

Comentários  

#1 acidadeeopoeta 09-03-2011 13:40
BELO TEXTO!

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