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O Corvo

No Recife, não aparecem corvos,
Mas ultimamente há infinitos pombos
A pena negra do corvo não cai aqui ...
Ele dançou de costas, para
Quem quiser ver
Abriu os braços longos
Ao lado de seu corpo esguio
Em evolução country
Quadril meneando
Espantou minha tristeza,
Requebrando, agitou-me o desejo
Em pé,  de costas,  roupa negra, justa,
Ele evola sobre suas botas
Envernizadas,  com braços abertos,
Um varal de franjas acetinadas.
Promessa de voos largos ...
E risos. E ritmo. E arte.
(homenagem ao poema de Poe, numa versão Lil Nas X)
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Atualizado em: Sáb 11 Jul 2020

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