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CRISTAL

Eu sou o cristal mais límpido que deus criou na face da terra.

Eu não me canso de estragar esse brilho, mas ele é imutável.

Gosto de testar no gasto excessivo das minhas reservas

E mesmo assim respiro, deito durmo e tenho colo...

Reviro os meus olhos para todos os lados,

Lados de espinhos, frutos amargos, encurralado nos cantos

Espremido entre escândalos e meiguices

Ante a indiferença dos meus, pares meus, e esquisitices

O brilho permanente se regenera a uma gota dágua,

Nenhum arranhão no bastão da vida, nenhum estrago,

Pela lama podre que repassam no caminho,

E você tem de pisar, tem de agüentar...

Sou diferente como todos somos,

Mas por que assim...

Por que não sou santo de misericórdia cheio de graça...

Era a minha vontade e o meu desejo,

Mas Carminha vai vencer e a Nina já venceu...

Sem escrúpulos uma nação inteira mergulhada nesse grandioso dilema,

Entre o mal e o mal, espelhos de vidas sem brilho,

Que usam para merecer a atenção de todos,

Pelo fosco que lhes conduz de mentirinha e arrasta a multidão para si...

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Atualizado em: Qua 29 Ago 2012

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