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MUTUAMENTE

Detenho cá, lápis de cor e giz de cera

Papel Canson e plumbagina cinzenta


Mais o poeta sem versos e a labareda

Acendidos lá nos intestinos da cabeça


A engenharia que se encaixa na paleta

Da camuflagem violeta gris do fonema 


E a sombra metileno sob a cantoneira

Da folha densa do tom que vira poema.

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Atualizado em: Sex 15 Mar 2024

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