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DE SINS A SINS

Não achei ainda nem um verso
(agora, no ápice das dezessete,
quando o resto da tarde decreta
a extinção do reinado dos beges)
 
capaz de traduzir toda essa febre,
que, de longe, traz você para perto.
Fico bem do seu lado e ardo o ferro,
pois só eu escrevo a gente no caderno
 
com a tinta doce do melaço da sua pele:
entro e passeio nos sins do seu alfabeto.
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Atualizado em: Seg 25 Abr 2022

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