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Será que não falei?

Não quero falar de amor, distância vou tomar desse tema
Quero talvez fazer me acompanhar a quem sempre busquei
Vou torcer o nariz, mas não lhe dedico este poema
A candura do eterno, o prisma do viver, será a minha lei

Não quero plagiar Vinícius, mas talvez escreva uma “Carta a mim/86”
Mereço a sensação de me conhecer, depois a dualidade se desfaz
O encanto do merecimento eu já senti de perto uma vez
A borboleta já se confundiu com folha, quando se viu por detrás

A deserção de uma ilha se confunde com a sua libertação total
Na corrente de descobertas é sempre a testemunha presente
De jovens descobrindo o sexo, ao inútil ser essencial
Seres amenos, sentido de poder se dar mais somente livremente

Talvez não desvirgine e nem desabroche esse argumento
Tentativa houve, emoção roçou fraco, mas fatal
Mas a indagação traz a reflexão por um momento
Será que ao amor esqueci, nesse paraíso mental?
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Atualizado em: Ter 27 Jul 2021

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