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OU NÃO

Uma rajada empurra

de forma abrupta

a fazenda púrpura

da alfaia em fúria


e que a tudo circunda

no quarto de paleta escura,

da sombra da voz do vulto

que não nasceu neste mundo


(é a morte que mede o meu pulso

e na lâmina da foice sobre a coluna

vejo os ossos refletidos que flutuam

no brilho iridescente da sua cobertura).


O poema é um duvidoso paradoxo profundo:

absurdamente relativo. Relativamente absurdo.

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Atualizado em: Ter 15 Set 2020

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