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INFLAMÁVEL

Faço do vazio das onze horas a tua imagem

de vestido verde de flores do seu aniversário.


Assopro a nuvem cinza para te visitar escondido:

foi de tanto andar na sombra que fiz o meu estilo,


este de aparecer e de escapar pelo ralo do infinito.

Lembro do açaí da tua pele. O teu coração partido.


Se eu tocasse fogo nos teus buracos; se eu andasse

na tua cama e se os segundos do relógio parassem


eu buscaria a poesia de apenas um verso solitário...

No meio das onze e meia do teu poema incendiário

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Atualizado em: Qui 9 Jan 2020

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