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Tempo

Quem és tu o grande detentor dos meus dias?

Que me faz reviver momentos como se fossem únicos

Inútil eu deveria saber sobre esse prazer de se viver estagnado.

Conjecturando retroceder os ponteiros do relógio;

E retornar ao instante em que o tempo foi perdido

Preso em um ponto distante e obsoleto.

Mas eu te denominei de nostalgia

E passei a existir em constante melancolia.

Acreditando que tudo o que eu sabia

Por felicidade estava precedente a mim.

Em ti, idealizei a benevolência

E júbilo de estar sempre esperando por algo.

Até que me deparei com a tua verdadeira face

E te descobrir sendo o passado.

A angústia que me fez paralisar

Agora me leva a encontrar possibilidades de não estar presa

Em um tempo que eu nunca perdi.

Pois, tudo que se desvela no mundo

Acontece no momento presente.

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Atualizado em: Qui 4 Jul 2019

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