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VERTIGENS

Na vertigem inútil do meu verso,
é do chão onde recolho os cacos
pontiagudos dessa vida histérica
de tantos mundos e poucos rastros.
Fui muitos em muitos abismos. Fui vários.
Fui malandro formado. E Zé Mané otário.
Fui o que fluía. E sou oportunista suave
que fareja um poema no fim duma tarde,
na vertigem inútil do meu verso. Que arde.
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Atualizado em: Dom 7 Abr 2019

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