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QUEM SOU EU QUEM SOMOS NÓS

De dentro do carro
Espionava o mundo
Onde chovia muito 
Tudo era alarmnte
Em todos os instantes
Naquele mundo errante

Com a visão embaçada
Iniciava seu caminho
Seus olhos se arregalavam
E via a água escorrendo
No parabrisa do veículo

O tempo sempre fechado
Dentro ou fora do carro
Parecia não haver saída
Precionado ia em frente
Seguia reto pois ficar é mal

Mas vida melhor haveria
E só ele podia descobrir
Seguindo mantendo o foco
Mesmo por caminhos tortos
A finalidade era achar a luz

Quem sou eu quem somos nós 
Ocupando este lugar que nos cabe
No espaço infinito a nossa volta
Sentados no quadrado da mesa
Se já pequenos somos do mirante 
 
Já sumidos vistos de espaço
Que avistamos com o olhar
Ate onde vão estas estrelas?
Que parecem tamvpem me olhar
Neste mundo compartilhao
Onde tudo tem o seu lugar
 
O que sou eu então? 
O que somos todos nós
Formigas vistas do espaço
Se digladiando, se decapitando
Sanguinários neste curto espaço
O que são nossos ínfimos problemas
Mas que são sim tão grandes e gritantes
Nesta gama de astros que o céu ilumina
 
O que é a humanidade como tal
Senão um coletivo de vilões
De olho no que é dos outros
Ameaçando a todos om bombas
Quem somos senão seres imbecis
Ameaçando a muitos com fuzis
 
Homens ou mulheres 
Com vícios que aprisionam
Vergando a fronte para o chão
Sem a graça de olhar para cima
Só lutando por desejos ínfimos
E brincano de comprar brinquedos
Feito crianças com Ferraris vermelhas
Ou carros novos que merecem tantos olhares
Se sentindo importantes nesta mediocridade
Como bestas todos a beirar a irracionlidae
 
Quem somos nós neste espaço infinito
Onde nascemos todos nos recepcionam
E quando vamos todos choram ao redor
“Era uma pessoa tão importante”
Conquistou tantos brinquedos mil
 
Que é o nosso fim olhando das estrelas 
Uma formiguinha um inseto que se vai
Que se diz inteligente, mas que nada ama
Além das suas crias, mulheres e amantes
Que se completam e justificam muitos atos
Tão egoistas até fraudando quando possível
Ávidos pela aquisição de algum vislumbre
Que na foto os deixem mais bonitos
 
Quem somos nós criaturas
Seres que quando nascem  
Já estão fadados à finitude
Mas que apesar disso muitos 
Só brincam de matar e morrer
De comer e gerar crias
Que darão continuiade 
A muitas das nossas maldades
 
Quem somos nós senão vís
Dando voltas no nosso sol
Só brincando de chafurdar
E realizar mesquinhas ambições
A caminho de um fim retubante
Onde vamos fincar a cara no cnhão
 
Quem somos nós
Neste espaço que nos cabe
Se não nso voltarmos 
Para além da materialiade
Para além da vida finita
Vissando um vislumbre
Que nos leve à melhor vista

O que deveriamos ser afinal
Senão buscadores da Verdade?

"A felicidade provém do íntimo, daquilo que o ser humano sente dentro de sí mesmo -  Roselis von Sass
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Atualizado em: Qui 11 Out 2018
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