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O poema dos poemas

Não há rusga que impeça o encanto
E não ouça o canto
De rimas benditas
Nas palavras escritas
Dos poemas.

O Dom Divino
Que faz de um menino,
Um iluminado.
Escreve amores, mas também os dessabores,
Do empobrecer.

Sentimento em palavras
As grandes larvas
De um vulcão de amor.
Na hora certa
Em ti desperta
Um sonhador.

Desabafo da alma
Ao som das palmas
Que as letras juntas
Ecoam.
Arrancando risos e em
Teus sorrisos enriquecem.

Sou mudo! Sou surdo!
Mas tudo te digo.
Ofereço-te o abrigo
Aonde não há o absurdo
De não ter um amigo.

Acalento-te.
Esfrego teu ego em afagos
Desfazendo os estragos
De constantes “maresias”
Massageando o coração
Eu te ofereço poesias.
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Atualizado em: Ter 21 Ago 2018

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