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Antônimos

Que as sombras me consumam, 
que minha coragem se torne medo, 
que minha humildade  se torne ganância,
 e que meus sonhos se tornem pesadelos.
Que a noite me absorva,
e me faça parte do céu,
Que a morte me torne fria, translúcida e leve, sobe um véu,
Que a vida me torture,
E me faça uma de seus 
prisioneiros,
Que a cada lágrima que derramo, tristonha assim, eu pestanejo.
Não diga uma palavra enquanto danço com a melancolia,
Girando em passos lentos e tristes, com perfeita sincronia,
Que seu ciúmes se torne raiva,
Que seu nojo se torne agonia, 
O seu ódio se torne amor,
E que me amar seja ironia.
Que essa seja minha última estrofe,
E as rimas em harmonia,
Que minha dor se torne paz,
E que eu parta, com alegria.
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Atualizado em: Qui 26 Jul 2018

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