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AO NADA

Aspiro em livrar de minha carne
Infelizmente,
Vivo regado no excesso de dopamina
Vivo a repugnância de Roquentin

Sou um ser, um genuíno ser
Aprisionado em um turbilhão de noções ambíguas
Sou um ser, apenas uma causalidade
Aprisionado em não poder te ter pela eternidade

O que florescerá se deter de tudo e não ser nada?
O meu "eu" é o próprio nada (tu és também)
Procuro-te, procuro te repelir de minha essência
Não é viável, sou talhado ao nada
 
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Atualizado em: Qua 18 Jul 2018

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