person_outline



search
  • Poesias
  • Postado em

"A COMPLACÊNCIA INTRÍNSECA DO AMOR"

A razão, às vezes foge da emoção…
…Vez por outra, na verdade, perdem-se uma à outra!

Se perdem, em meio aos desalentos!
Se perdem, em meio aos reveses!
Se perdem, em meio aos vilipêndios!
Se perdem, em meio ao opróbio!
Se perdem, em meio as ignomínias!

Chafurdando-se completamente em um mar revolto, de encontros paradoxais.

Todavia, conflitos unilaterais, almas exacerbadamente transidas de consternações; é apenas o que resta, de uma expressiva e fascinante imagem, que um dia, para sempre deixou de existir…

…Trespassados pelo acúleo do ressentimento, ainda estão…

Homogeneamente, abatidas suas almas…

Em detrimento, do cataclismo forjado pelas atrozes dores da aversão congênere, de suas próprias peculiaridades abjetas e execráveis…

Quando na realidade, uma pequena centelha de amor; não lúdico, todavia verdadeiro, acaba por fim a alentar qualquer espírito abatido, bem como amiúde trazer arrimo para qualquer alma menosprezada, em total estado de misantropia.

A complacência intrínseca do amor, sobrepuja tudo!

Sobrepuja o revés!
Sobrepuja o desalento!
Sobrepuja o vilipêndio!
Sobrepuja o opróbrio!
Sobrepuja a ignomínia!

Somente o amor! Que é o vernáculo do coração, identidade das afogueadas almas enamoradas e idiossincrasia de Deus…
Pin It
Atualizado em: Qua 18 Jul 2018
  • Nenhum comentário encontrado

Curtir no Facebook

Autores.com.br
Curitiba - PR
Fone: (41) 3342-5554
WhatsApp whatsapp (41) 99115-5222