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Uma não ode ao que vivo.

Estou aqui em uma banheira com água quente;

Nela penso, vivo, discorro.

Estou aqui em uma banheira com medo da perda de um ente;

Nela penso, vivo, morro.

Por que tanto valor a Ciência?

Ela nunca me deu nada! A não ser a

opinião pública de insensatez...

Quero voltar a um conto de fada! Desejo,

e como desejo, voltar à estação da estupidez...

Voltando à estupidez, talvez eu não morra.

Oh glória! Seria eu eterno!

Voltando à ignorância, talvez a banheira não exista

Pelo amor de Deus! Deem-me ao menos um inferno!
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Atualizado em: Seg 29 Abr 2019

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