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ESPERO

Quisera poder voltar aos tempos idos

Curar a ferida que jamais cicatrizara

Voltar no ventre, crescer menino

lavar minha alma tão denegrida

Crescer saudável, encaminhado

E ter orgulho do meu destino.

 

Ser compenetrado, ordeiro e bom

Ser transparente, qual diamante

Deixar o tempo fazer polido

Purificado, lavado em tempo

Depois secado com o chorar do vento

Com a certeza de ter vivido.

 

São tantas duvidas que invadem a alma

Nenhuma delas mostra o caminho

Nos falta o mapa, a direção

Somente o pendulo do coração

É que me mostra se estou perdido.

 

Clamando ao céu, enalteço a dor

Tento encontrar remédio e me calo

Espero ver a libertação

Destes grilhões de que tanto falo

Talvez assim encontre a certeza

De caminhar por caminhos retos

E que o meu pisar seja mais seguro

E que chegue ao final

Que eu tanto espero.

 

Com tantas coisas, uma eu anelo

Cumprir a sina de ter nascido

Servir ao proposito que fui criado

Participar da construção dos tempos

Partir somente após ter vencido.

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Atualizado em: Dom 6 Jul 2014

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