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FÁBRICA

O sinal que avisava o fim do expediente

Apitava às 17:45 hrs.

No relógio de ponto a fila era interminável

Chegava ao meio da fábrica

Dali para a saída

Passávamos pelo curral

Onde éramos revistados, um a um,

Como ladrões.

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Atualizado em: Seg 31 Mar 2014

Comentários  

#11 PauloJose 03-04-2015 13:23
PARABÉNS,
A VIDA CONTINUA.
#10 cesinha 23-06-2014 22:58
Constrangimentos que remetem-nos aos tempos de escravidão. Quando a dignidade do trabalhador é desrespeitada, temos a prova cabal de que ela, infelizmente, ainda não foi abolida.
#9 logansolo 11-05-2014 17:02
Curto, mas forte. Gostei, me deu a impressão de um sentimento de revolta contra a opressão.

Bom poema! ;-)
#8 EXTREMOFILO 14-04-2014 16:43
É uma das faces mais revoltantes da "Normose".
#7 Marlende 12-04-2014 17:10
Tudo tem o seu tempo,e o seu fim...mudança de Paradigmas, é para onde estamos caminhando...Belo Texto !
#6 PauloJose 11-04-2014 16:51
parabéns
abraços.
#5 azara 10-04-2014 20:09
São situações complicadas mais tudo passa.
Abraços
#4 PauloJose 09-04-2014 12:36
o retrato de minha vida!
parabéns.
estrelei.
#3 Araldi 08-04-2014 08:54
Passei por isso em de meus empregos. Parabéns. Muito bom
#2 filippi 04-04-2014 18:11
Expressa bem a dura realidade da rotina de milhões de trabalhadores no mundo todo. Abração, amigo Arnoldo!

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