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Ontem...

Começa a morrer o hoje
Que a escuridão num processo lento
Porém veloz, leva para ontem
E tudo que é, começa se apagar
E daqui a pouco era...
Vamos passando como o tempo que voa...,
Quase não nos damos conta
Do que é..., já era!

Quase não nos damos contas do passageiro
Do amor primeiro...
O derradeiro daqui a pouco se foi
O beijo dado...,
A lágrima rolada do amor perdido
A esperança do sonhar
Sem jamais conseguido... 
E vai se apagando para dar vez 
Ceder lugar ao que estava próximo e...,
Já quase passa....

Quase não nos damos conta
Daquele que está e..., 
Um pouco mais se foi
Se perdeu no passado

Quase não nos damos conta
Do amigo querido
Que estava ao lado
E já não existe, já era..., passado

Quase não nos damos conta
Solidão, saudade louca
Boca amarga, que seca a garganta
E chora meus olhos, molhando minha face

Na lembrança, imagens de agora pouco
Que ficou distante..., lá atrás 
A pouco passada, distanciada que não volta mais
Na doce memória, momentos vividos,
Perdidos no tempo, doídos no peito
De grito contido, choro espremido
A noite que chega...,
O dia se foi..., passou, acumulou
A tudo somou, morreu com o tempo
E quase não nos damos conta
Que ficou pra traz...

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Atualizado em: Ter 4 Jun 2013
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