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Na réstia do sonho

Umedece a face, uma lágrima caída,
Ouçam os gemidos das inocentes vozes
Rezam um terço! Nos lábios, uma Ave-Maria.
Mal trajadas, sem teto, em mãos de algozes.


Terras áridas, campos de fome.
Amassam as palhas do trigo
Das rosas colheram o perfume,
Nas pálpebras, marcas de castigo.


Passado jazido de lamentos
Noites amargas frias...
De bruscos sentires e prantos
Em contorno de cores cinzentas impressas.

Adorna a face com pó de arroz,
São azuis os teus sonhos?-Menina!
Nega-se a si mesma triste sina!- Cruel bandida.

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Atualizado em: Seg 26 Abr 2010

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