person_outline



search

MONTES DE ALVOR

Minha aldeia e dique!
Em ti fui criança!...
Sem ter, infância.
Quando, aos seis anos, vim de Monchique.
Meus amigos, oh Montes de Alvor!
Não foram, teus meninos, que me batiam,
Sem a Deus, terem temor!
Nessa escola, onde os gritos de Maria Emília, entoavam.
Mas meus amigos, foram:
As hortas, com as batatas...
E o milho, que meus pais, semeavam.
Montes de Alvor! Montes de Alvor!
Foram ainda, as tourinas vacas.
Sim tu aldeia! Dos meninos sem amor!
Pin It
Atualizado em: Ter 18 Mar 2008

Comentários  

#3 Henrique Nuno 11-05-2008 18:25
Ó pá, o sangue lusitano vibra em toda a tua poesia. Ela é bela e te desnuda, mas, desnudando-te, cobre-te de glória. Também eu tive minha aldeia - fica lá em Trás-os-Montes -, mas a minha, como a de Pessoa, tinha um rio melhor que o Tejo. Continue, poeta-historiador! Faltou apenas um poema: que tal os amores de Dom Pedro e de Inês?
Um abraço.
Henrique
#2 Henrique Nuno 11-05-2008 18:25
Ó pá, o sangue lusitano vibra em toda a tua poesia. Ela é bela e te desnuda, mas, desnudando-te, cobre-te de glória. Também eu tive minha aldeia - fica lá em Trás-os-Montes -, mas a minha, como a de Pessoa, tinha um rio melhor que o Tejo. Continue, poeta-historiador! Faltou apenas um poema: que tal os amores de Dom Pedro e de Inês?
Um abraço.
Henrique
#1 Henrique Nuno 11-05-2008 18:25
Ó pá, o sangue lusitano vibra em toda a tua poesia. Ela é bela e te desnuda, mas, desnudando-te, cobre-te de glória. Também eu tive minha aldeia - fica lá em Trás-os-Montes -, mas a minha, como a de Pessoa, tinha um rio melhor que o Tejo. Continue, poeta-historiador! Faltou apenas um poema: que tal os amores de Dom Pedro e de Inês?
Um abraço.
Henrique

Deixe seu comentário
É preciso estar "logado".

Curtir no Facebook

Autores.com.br
Curitiba - PR

webmaster@number1.com.br

whatsapp  WhatsApp  (41) 99115-5222