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lua em vênus

evoco a tua face até me constar divergida da realidade, como se me tocasse um sentimento alheio por me interceptar: não pise por onde não há caminho! e os sapatos novamente se vão. descalça percorro eu toda a senda por um fio de equilíbrio, alada em vigílias que me carregam para longe de um corpo, desatento, que grita o teu nome... caso fosses tu o movimento que me faltasse àquele corpo... ao relento, ao entorpecido fato de existir às vezes, quando se espera ao menos um sorriso, uma simpatia do acaso.
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Atualizado em: Qua 25 Fev 2009

Comentários  

#2 SANTOSH 25-02-2009 15:48
"Navegar é preciso, viver não é preciso".
+5 #1 SANTOSH 25-02-2009 15:48
"Navegar é preciso, viver não é preciso".

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