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minerva de pecado (ou solo de um eco)

minerva, vieste a passeio na busca de um intelecto,
cheirava a tédio todo o percurso.

catavas as saudades e outras poesias entre as horas que te penetravam...
mas havia o termo exato para que te confundisse contigo mesma.

foste achar a memória da lógica, contas de subtração na adolescência.
risos deste de nervoso, minerva, cheia de espinhos na consciência.

orientes psicossomáticos vinham a te chamar uma atenção.

pediste silêncio aos teus passos;
caíram na sombra da ciência todos os frutos de tanto te elucubrar.

escutou-se o pulsar da imaginação (segredo) em preto e branco, eram contrates em outra língua.

por um instante, minerva, sentiste encontrar a saída,
mas o teu labirinto já se multiplicava...

comum destino este de vagar por estranhas entrelinhas nas quais
não se é permitido perscrutar.
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Atualizado em: Dom 16 Nov 2008

Comentários  

#2 SANTOSH 23-11-2008 11:35
B E L I S S I M O ! ! !
#1 SANTOSH 23-11-2008 11:35
B E L I S S I M O ! ! !

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