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Serenata à minha irmã (Para Patrícia Lettiere)

Os seus aromas... De onde vem o carmim saudável que lhe tinge a tez? Dos dias e girassóis, das borboletas à tardinha e das noites e violetas.
     Sei da autenticidade de seu ser viajante... Ao vento como beijos de tulipas. E como bandeira a graça das margaridas. A maciez orvalhada dos gerânios. Eu vejo a eternidade, o amor, a paz doce e pura de sua alma que me inspira como lírio... Entendo a atmosfera perfeita que a rodeia.
     Adoro essa sabedoria flagrante e nata que habita nessas mãos que tecem, pintam e escrevem... É ela a companhia que é o sempre da minha felicidade. Então sinta que eu, diante dos astros ou no meu íntimo canto essa pluralidade de suas virtudes, mil estações de talentos.
     Deixe que lhe venere as pétalas silvestres e encantadas pelo amor fiel e suave de um beija-flor. De tantas cores pode ser o Universo... E você tem as mais belas... Então dance estrela digníssima, magnólia das galáxias, sorria para seu destino, espalhe seu pólen... Ensinando as areias a serem oásis e recantos, florestas.
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Atualizado em: Dom 19 Jul 2020

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