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Carta Revolucionária

As velas ardem tranquilas no candelabro enquanto penso... Agora mesmo, enquanto os cidadãos dormem e há insônia nas torres de proibidos e rebeldes, nas alianças invisíveis e silenciosas dessa era imprevisível.
     Era para ser impossível, mas não foi. Em um cantinho do meu coração, seu cântico sagrado ficou. Na minha alma, o cheiro de papel... Como ontem, o hoje, um eterno, é tinta para a aura transformada em pena. E se existem máscaras, elas não mais confundem, mas protegem, e o que inspira, ainda reina, acima e em nós.
     Então venha e lembre-se dos nossos salões. Não me julgue, me ajude a bailar. Esqueça por um segundo as demandas, as rígidas leis, pois foi em seus olhos de mornos lagos de afeto, que, mais do que aprender, gostei, de desfilar.
     Que aja festa interna e novos sonhos, mais luz, e sadio rubor por trás dos leques e lentes indo para além de onde os passos se realinham, a revolução é real e o amor acontece, para que possamos bordar o etéreo onde as fadas existem, sabem e contam.
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Atualizado em: Sex 24 Abr 2020

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