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É TUDO UMA GRANDE MENTIRA!

 
 (Mas você não pode dizer ou assumir tal coisa!)
 
   Continuação do texto: O DEUS QUE NÃO ESTEVE LÁ!
   Triste fim dessa gente! Dessa que depositam toda sua confiança no deus qual foram domesticadas a ver como onipotente e onipresente e que mesmo diante de tragédias pessoais, decepções, calotes e outras desgraças sofridas dentro e fora da igreja que comprovem a ineficácia de deus e do seu poder, são obrigados à viverem de aparência para não sofrerem nas mãos daqueles que um dia juraram companheirismo, humanidade e reciprocidade.    
   Fizeram isso sob um “manto sagrado” o sob este mesmo manto, eles condenam, reprovam, chamam de louco, de herege ou de tantos outros nomes de blasfêmia qualquer um que apenas exija (ou espera ver) aquilo que lhes fora prometido em relação a deus, sua igreja e seus ungidos.
    Mesmo como “falhos e pecadores”, algumas pessoas criaram mecanismos para que pessoas denunciem e exijam seus direitos quando se sentirem lesadas. O segmento religioso é o único lugar em que as pessoas precisam silenciar e ainda aplaudir os vendedores de ilusões e mercadores do inutilismo.
     A maioria do crédulos precisa manter uma fachada exterior que não correspondem àquilo que realmente sentem ou pensam, mas com receio de penalidades reais (da família e do grupo religioso) e imaginárias (de deus, do demônio e suas hostes) eles precisam estar num estado de constante torpor.  
   Por isso embriagam-se com as próprias crendices e perseguem todos os que conseguiram escapar das amarras dos grandes figurões que “conhecem a deus, sua vontade e intimidade”.
  Estes sofredores são como alcoólatras maldosos, derrotados pelo vício, que não conseguindo se livrar dele, por isso odeiam todos os que estão sóbrio.
   São como doentes terminais igualmente maléficos, que tendo perdido a saúde por descuido, atacam os que de uma boa vida desfrutam.
  Aquela senhora (do texto anteriormente escrito) era uma dessas vítimas.
  Dissera que vivera apenas 20 anos com sua mãe e que até na hora de sua morte ela ainda apresentava choros, gritos, surtos e outros traumas dos horrores vividos quando prisioneira nos campos de concentração. 
   Mesmo assim, ela (sua mãe) era orientada (obrigada) a dignificar o deus e a religião qual nascera e crescera para não ser ainda mais penalizada por esse deus “amoroso e provedor”.
   Diga se isso não é o cumulo do absurdo:  te ensinam a confiar em algo (alguém?), daí você confia com todas as forças, aquilo que fora prometido nunca acontece e o errado é você que confiou e não a “pessoa” que deixou a desejar...
   A religião costuma ser exatamente isso: um poço de loucuras e bizarrices, onde todos são obrigados a viver uma fantasia coletiva e qualquer um que pretenda voltar à sanidade, poderá ser preso pelo dono do manicômio.
   Com aquela senhora não fora diferente.
   Após ter ficado órfã e vendo tudo aquilo o que a mãe sofrera “por não negar a fé” e usando o mínimo de inteligência que uma pessoa pode ter, ela decidiu desligar-se de suas crenças e mudar-se para outro país à fim de não ser perseguida pelo seu próprio povo, como se a perseguição e extermínio de Hitler não fossem o bastante.
    Ela queria deixar de viver o fingimento da fé e passar a encarar a realidade do mundo por mais assustadora que esta pudesse ser.
    Disse naquele instante que podia se abrir e contar onde estava doendo ou aquilo que a incomodava diante de pessoas como eu, porém quando tentava se abrir para o “povo santo”, um ritual de exorcismo parecia se formar ao redor dela como se ela (e não o deus que prometera lhe dar proteção) fosse o culpado por tal ceticismo.
....
   “Entrega o teu caminho ao senhor, confia nele e você vai se ferrar!” ...
    Essa é a frase inaudita de todos àqueles que orientados pelos líderes religiosos, seguiram à risca tudo o que estava escrito no “livro sagrado” e depois de “se lascarem” ainda foram tidos como ineptos ou gente de pouca fé por essa “gente boa, cheia de luz e amor”.
    Esse também deveria ser o aviso prévio, o slogan oficial de todo seguimento religioso que ensina aos seus fiéis à se curvarem diante do imaginário esperando soluções (ou proteção) para problemas reais da própria vida ou da sociedade qual estão inseridos.
    Ninguém entrega ou é capaz de entregar a vida ao senhor ou deus algum.
   Todos os que o fazem, estão se entregando à meros conceitos folclóricos adaptados à realidade daquele convívio (povo, bairro, local).
   É ao líder da igreja e aos membros desta congregação que você entrega sua vida (ou o controle dela), e serão estes quem irão te crucificar quando “se desviares da fé”. São eles que te porão por diversas vezes num inferno real (com fofocas, mentiras, pressões e perseguições) e outras inúmeras vezes te prometerão um paraíso vindouro, somente se tu fores um trouxa, cego e subserviente.
     Uma tolice repetida vezes anos à fio ou por um grupo enorme de pessoas não se torna algo real, nem tão pouco algo útil, mas é assim que a “comunidade dos santos” deseja que você veja o mundo.
     Nem todo calote vem embrulhado numa caixa suspeita.
     Alguns são recomendados pelas mais ilustres figuras de um povo e apresentadas como se fossem as soluções reais para todos os tipos de problemas humanos ou do planeta.
     Mesmo sendo recomendado por alguém de alta patente, certas ritos e crendices não deixa de ser um calote, semelhante a um tijolo embalado numa caixa de smartphone como se fosse um, vendido por um espertalhão que pouco depois de confirmar a entrega, estará rindo de sua cara, enquanto planeja enganar outros “otários”.
     A única diferença é que o vendedor embusteiro poderá (e deverá) ser denunciado.
    Poderá inclusive ser preso ou devolver os valores recebidos, enquanto que o embuste da fé, esse não. Ele será condecorado, venerado e sua presença e “unção” cobiçada por algumas lideranças políticas e civis de outros segmentos.
    Pior que servir a um deus inexistente, incapaz ou de poderes mirabolantes, é pertencer a uma comunidade de loucos que se recusam ao devido tratamento e ainda perseguem aos que dessa doença pretendem se livrar.
    Pior que comer uma comida ruim e estragada é o fato de ser obrigado a confessar ao cozinheiro que o baquete estava uma delícia.
   Ao fazer tal confissão ainda que por cordialidade, o cozinheiro ficará orgulhoso de si mesmo e fará mais daquilo para você comer. Fará disso o principal cardápio da casa e inclusive outras pessoas serão obrigadas a ingerirem tal alimento só por que alguns, para serem legais, não quiseram ferir o ego do chefe da cozinha.
   Certos conceitos religiosos são como uma comida estragada: se faz necessário com urgência serem tiradas do cardápio das sociedades.
   Os que cozinham tal alimento (ainda que de boa-fé), precisam urgentemente da sinceridade da maioria. Precisam ser alertados que suas comidas intragáveis fazem mal à saúde de um povo. Precisam saber que a fome de comida de verdade não se mata com “pão e leite espiritual” e que os que pretendem se retirar da mesa e servir-se por conta própria, precisam e devem ser respeitados.
   Conceitos religiosos da idade do bronze talvez tiveram alguma serventia para aquele povo sob tais circunstâncias.
   Povos de outras épocas e em circunstancias diferentes não precisam ingerir tais “preciosidades”, pois mesmo quando adaptadas à culinária local, algumas dessas comidas se tornam uma porcaria, pior ainda que em seu estado original. Outras são como merda: quanto mais mechem, mais fede!
   Palavras (conselhos, imposições) do tipo que levem uma pessoa a crer piamente que deus as protege, as cura, as livra de todo mal ou que vai fazer tudo por elas sem que estas movam um dedo sequer, é uma piada!
   Uma piada suja e de mal gosto que jamais deveria ser dita na presença de crianças, adolescentes e pessoas com pouco acesso à educação, moradia e segurança.
   É a mentira mais suja que um favelado pode ouvir ou que uma pessoa sofrendo há anos de outras moléstias possa tolerar. Mesmo assim é o que eles mais escutam, justamente daqueles que em suas mansões ou carrões dizem apenas: “vou orar por vocês”!
   Frases assim deveriam vir com rótulos em letras garrafais ou de cores diferentes, do mesmo modo em que algum conteúdo adulto ou produto perigoso vem acompanhado. Algo mais ou menos assim:
    ESSE CONTEUDO É CONTRA-INDICADO EM SUSPEITA DE FOME, ABUSO PODER, IGNORANCIA, CARENCIA AFETIVA, MANIPULAÇÃO, IMPOSIÇÃO OU SOB SUSPEITA DE LUCRO FÁCIL.
    Ou melhor:
    ESSE PRODUTO DEVER SER CONSUMIDO COMO SENDO UMA REALIDADE HIPOTÉTICA. CASO QUEIRA CONSUMIR COMO SENDO ALGO REAL, VOCÊ DEVE PESQUISAR MAIS (E POR CONTA PRÓPRIA) SOBRE SUA ORIGEM, MANUSEIO E PROPROPÓSITO DE QUEM O TROUXE A TI. EM CASO DE SUSPEITA OU EFEITOS ALUCINÓGENOS, EXLUA-O DE SUA VIDA. O MINISTÉRIO DA SAÚDE MENTAL AGRADECE!
    Frases assim, se viessem escritas nas primeiras páginas do livros ditos sagrados ou se estivessem estampadas logo em baixo do nome de cada igreja, poderia evitar enormes prejuízos à vida dos consumidores da fé.
    Deus te proteja! Deus te guarde! Deus te cure! Deus te guie! Deus acima de todos...
    Frases assim a cada dia tem perdido o seu sentido original ou entrado no conceito de uma realidade fantástica ou um selo social daqueles que você usa apenas quando quer se enturmar ou manter seu status na bolha qual está inserido.
    Na boca de nossos avós e pais no passado, pelo modo como era dito por eles e pelo afeto que nutriam por nós, até tinha algum sentido esses ditado. Hoje, dito pela “alcatéia dos santos”, frases que contenham “deus na frente de algo” soa como o prelúdio de um golpe.
    A palavra Shalom (paz, que a paz esteja contigo) por exemplo, que no passado tinha um peso e sacralidade enorme para os judeus, hoje pode significar apenas um Oi, Olá, Tchau e coisas do tipo. Por algum motivo a sacralidade dessa palavra perdeu-se no tempo.
   Prometer a uma pessoa que pelo simples fato dela ingressar em uma igreja estará protegida por deus de todos os males, que será prospera ou que tudo em sua vida dará certo é algo criminoso, ainda que esta citação possa ser apontada em um ou mais versículos bíblico ou tiradas de falas de grandes figurões da fé.
   Essa promessa não corresponde à realidade.
   Nunca correspondeu de fato, nem nos livros ditos sagrados ou em qualquer outro lugar em que ela tenha sido usada.  É apenas uma frase de efeito, usada principalmente por charlatões, pessoas desesperadas ou por gente iludida. Ainda que seja dita por um zilhão de pessoas, isso é UMA GRANDE MENTIRA!
    Deus não protege ninguém. Ele nem existe!
    O religioso existe. A religiosidade também. O senso do divino e do profano é comum à todos os povos do planeta. Isso é fato, mas isso não prova a existência de deus algum, caso contrário, todos (os deuses) seriam reais e pós morte de um homem seria mais pesaroso que sua própria vida, sendo alvo da busca constante por vários céus ou tentando se livrar de todo tipo de inferno.
   O pensamento de que tu te tornas especial ao “aceitar a jesus” ou fazer parte de um culto, pode fazer com que alguém se torne burro, arrogante e acima de tudo desprevenido, pois tal entendimento faz com que o indivíduo baixe a guarde e se passe a ser um tonto, confiando que criaturas invisíveis (símbolos místicos, objetos, amuletos ou o próprio deus) irá protege-las ou ajuda-las, mas não vai.
    Na maioria dos casos. o ataque virá de onde menos se espera: do líder religioso ou da própria irmandade e quando isso acontecer (e vai acontecer) o fiel será obrigado a criar uma terceira realidade,  uma versão das coisas em que o diabo “passou a perna em deus” e logrou o fiel, mesmo sendo impossível alguém enganar a deus ou contrapor a sua vontade.
    Para cada frustação, uma nova versão dos fatos (desculpa) é criada. Em todas o fiel será a vítima, o diabo o vilão e o deus o salvador que não dorme e nem desampara os seus, mas mesmo assim deixa tudo acontecer bem embaixo do seu nariz.
-ELE PÕE À PROVA OS QUE SÃO SEUS PARA DEPOIS EXALTÁ-LOS!
    Essa é a mais burra e deslavada desculpa criada por um religioso para proteger sua própria frustação. É como lançar-se no chão em cima de um colchão inexistente e depois de alguns ossos quebrados, dizer que o colchão estava ali assim, mas foi tirado justamente para que sua resistência física fosse testada e melhorada.
    Crer em deus não seria um problema se junto à essa palavra não viesse o termo OBEDECER!
    Depois do obedecer vem o silenciar, o conformar-se e o fazer-se de conta.
    Sem isso, a palavra DEUS torna-se vazia, tão vazia quanto àqueles que tendo mais da metade do globo professando uma mesma fé, sentem-se ofendidos quando uma minoria “insignificante” alegar não tê-la.
    A proteção que deus dá aos que confiam nele é tão real quanto as de qualquer outro conto folclórico popular não sacralizado. A única diferença é que um entrou no CANON e outro não!
    Todos os dias, centenas de pessoas ao redor do mundo são estupradas sequestradas ou mortas por pessoas que também comungam da mesma fé em deus. Uma pede proteção para não ser morta ou estuprada, outro pede proteção para não ser pego ou perdoada caso venha ser. A quem deus estará atendendo? O número de mortos e violados falariam por si só, caso deus fosse um ser realmente funcional.
   As vítimas em seus últimos suspiros, diante do estuprador ou assassino, ainda precisam manter sua convicção de que no último instante um milagre surgirá. Quando ficam vivas ou escapam de tal situação (por intervenção humana, não divina) são obrigadas à testemunharem em favor de deus ou a fazerem doações generosas à determinada igreja como prova pública de gratidão (sim, tem de ser pública, o deus que tudo vê não reconhece devoção particular). Quando não tem nada a doar, o fiel precisa externar tal “milagre” feito para que tal cobertura divina permaneça e se estenda aos seus familiares.
    Coisa boa, não é....? Só que não!
    A cobertura divina é algo apenas folclórico, fantasioso e mítico.
  Não é cinema, mas só funciona em um universo paralelo, cujos efeitos especiais precisam de pessoas adequadas, desempenhando suas respectivas funções e que concordem em fazer parte da trama com ou sem remuneração. Se um discordar ou sair do roteiro, estraga toda a peça e o teatro perde a graça.
   Assim como no mundo das telinhas, todos os que conseguem ser bons atores desse cinema silenciado (mudo não, silenciado!) viram celebridades, adquirem grandes fortunas e prestigio social.
    Quanto mais tempo alguém conseguir manter-se no personagem (servo sofredor, servo abençoado, demolidor de demônios, ungidona, etc, etc), maior será sua remuneração e participação nos lucros da empresa (igreja).
    Quando esse ator atinge tal ponto, deus não será mais o produto vendido. Eles mesmos venderão suas próprias marcas como se fossem algo divino.
    E o povo comprará…
    Se nesse interim surgir algum ataque a um “fiel desobediente” ou “herege declarado”, este virá destes poderosos que fizeram império valendo-se da ingenuidade alheia.  Todos os seus atos serão tidos como atos divinos, ainda que vindo de meros mortis desonestos, estúpidos e corruptos. É deus agindo em forma humana (é o que algum fiel domesticado passa a dizer).  
   Nesse ponto ou você beija-se-lhe-á os pés. Caso contrário, por sua língua ferrenha ou pela espada tu definhará.
   Deus nenhum vai te livrar disso (fique sabendo), ainda que tu tenhas “servido a ele” por toda sua vida. Ainda que toda sua família esteja lá na igreja, ainda fiel, dando dinheiro, atenção ou obediência ao chefão, nada disso significará. Sua moral será moída e sua vida correrá grande risco até que humilhado e chorando confesse a unção do malvadão que te persegues.
    Fora das telinhas tudo é diferente, deus não protege ninguém e quem não se atenta a isso, vai se dar mal cedo ou tarde.
   Do mesmo modo que os personagens dos vingadores ou de qualquer outro universo dos quadrinhos só tem poder ali, deus, seus poderes e funções, só existem na bíblia e na telinha imaginária da cabeça dos fiéis.
     Mesmo assim somos obrigados a dizer que tudo a respeito de deus, da igreja ou de seus representantes são reais.
     Prova de que o “Deus acima de todos” é apenas uma fala, uma palavra vã, sem valor algum, é a corrida armamentista aqui no brasil e em tantos países cristãos.
  Gente (cristãos), correndo para ser armar e se proteger contra “bandidos” (outros cristãos) que por terem menos recursos financeiros, influencia jurídica ou por terem “escolhido um partido comunista”, acabarão sendo vítimas das barbárie de gente medíocre, descontrolada, ensandecida e com tendências escravocratas
   Como eram os antigos opressores do povo menos favorecido, são também estes: usam deus em suas colocações para justificar suas tendências animalescas e imundas e ainda dizem: sou bom, salvo estou, para os céus eu vou, sou cidadão de bem por que zelo pelos valores cristãos...
    CONTINUA...
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Atualizado em: Seg 20 Jun 2022

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