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Yin e Yang

Em experiência subjetiva me sujeito a mais grotesca vulgaridade. Vejo-me submisso, escravo do teu amor. Tua beleza nua corrompe minha calma, aquece minha alma, tira-me o sono, rasga-me a roupa.  Seu corpo escorre em meus poros gerando impulsos prazerosos. Meus instintos veem-se caprichosamente estimulados por uma tentadora sensação de felicidade. O falo tornou-se visível, passando a responder com pulsos de virilidade, naturalmente com um apetite voraz. O desejo advém de uma sensação eufórica, causada por elementos químicos que induzem ao prazer. Logo, o corpo passa a responder com intenso frenesi frente aos estímulos desse desejo com picos crescentes de excitação. O lirismo amoroso em viço aquece teu corpo nu. Um delírio erótico e lascivo responde como um sensível receptor sexual, nos unindo em perfeita simetria, como yin e yang. Desejo ir além do monte de Vênus, tocar teu centro erótico. Em sumo, oferecer o sêmen celeste. Num orgasmo dantesco, excessivo e selvagem, luxurioso e desregrado. O coito nos ofereceu o domínio do prazer. Enfim, o clímax é atingido com êxtase e gozo sequencial. De súbito a lascívia é abrandada e a exaustão predomina. A respiração ofegante e a tensão de outrora são trocados pelo relax total. O fogo da concupiscência extingue-se impetuosamente do apetecer febril evaporando-se, evanescente no ar.

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Atualizado em: Seg 22 Dez 2014

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