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Cachorro louco também morde

O mês de agosto, desde priscas eras, é marcado por episódios que levaram à crença de se tratar de um mês agourento; mês de desgosto; mês de cachorro louco.
O Massacre de São Bartolomeu ocorreu em 24 de agosto de 1572. Incitados pelos reis da França, católicos atacaram protestantes, causando milhares de mortes. Em Nova York o primeiro homem foi eletrocutado no dia 06 de agosto de 1890. Hitler se tornou Lider Chefe de Estado no dia 02 de agosto de 1934. A bomba atômica, que devastou Hiroshima, foi lançada em 06 de agosto de 1945.
Pensando em celebridades, o mês de agosto ficou marcado pela morte de Marilyn Monroe (1962), Elvis Presley (1977), Princesa Diana (1997), Jorge Amado (2001).
No Brasil não fica por menos, principalmente na esfera política. Suicídio de Getúlio Vargas em 24 de agosto de 1954; renúncia do Presidente Jânio Quadros em 21 de agosto de 1961; morte de Juscelino Kubitscheck em 22 de agosto de 1976.
A referência ao mês do cachorro louco se deve, segundo uma versão bem aceita, ao fato de que o mês é época de maior incidência de cadelas no cio, o que deixa os cachorros desesperados, “loucos”, provocando brigas entre os machos, com mordidas e arranhões, que são causas de transmissão do vírus da raiva, doença grave causadora da morte dos animais e que pode ser transmitida aos humanos pelo simples lamber dos bichos de estimação.
Bem por isso, existe o programa de vacinação dos animais de estimação (os gatos também são passíveis da doença) a fim de evitar a ocorrência de mortes pela moléstia.
Isso nos faz lembrar outra vacinação que vem ocorrendo, aquela contra o coronavírus, e, mais, que a última variante deste, a Delta, tem sido apontada como causa de maior incidência da Covid19, ensejando, assim, maiores cuidados das pessoas a fim de evitar a transmissão.
Se cachorro louco também morde, mesmo vacinado, o ser humano, igualmente, pode  transmitir o vírus da Covid19 ainda que imunizado. Mas, estando vacinado a doença não progride para a fase grave ou letal.
É loucura facilitar a propagação do vírus, seja nos animais de estimação, seja em você, ser humano. Os cuidados preventivos continuam valendo e isso, só isso, são as armas que temos para evitar mal maior.
Por isso, não seja louco, evite a raiva do seu cão, vacine-o.  E, não tenha raiva, não vacile, vacine-se!
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Atualizado em: Seg 23 Ago 2021

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