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COM O BASTÃO NA MÃO

Vários "mundos" passaram. "Mundos" sinônimos de períodos, regimes, cidades-estado, impérios, que tiveram o "bastão" na mão para crescerem, destacarem-se e auxiliar na estruturação do Mundo, graças a peculiares qualidades, inerentes a Deus, por intermédio de personalidades aprimoradas o suficiente a propagá-las, tanto na dialética quanto na vivência. Findadas suas tarefas, tais "mundos" passaram.

O Egito deu os primeiros passos na formação do Estado em vários setores da sociedade.

O Oriente foi o berço das Religiões, entre elas o Budismo, o Confucionismo, o Judaísmo, o Islã, o Catolicismo, a Reforma Protestante.

Na Grécia, foram intensificadas a Moral e a Filosofia.

O Império Romano proporcionou a primeira globalização, impondo inclusive o intercâmbio entre culturas.

Em Israel nasceu a Luz: JESUS!

A Itália, com o Renascimento, desenvolveu os dons artísticos, tornando-os os mais presentes no dia a dia, acessíveis a todos, retratando, embelezando e emocionando.

Portugal descobriu o caminho marítimo para as índias, expandindo as relações comerciais com o Oriente.

A Espanha, no embalo das grandes navegações, achou o Ocidente, o "Novo Mundo".

A França indicou a Razão, o aprimorar do pensamento humano, impulsionada pelo Iluminismo e pela Revolução Francesa, inspiração para descobertas científicas e inúmeras reformas sociais, respectivamente.

O aperfeiçoamento das técnicas de produção e trabalho deu-se mormente na Inglaterra, batizado de Revolução Industrial. Com ela, o advento das atividades remuneradas e a ilegalidade da mão de obra escrava.

A antiga URSS foi a expressão da sociedade "igualitária" comunista, regime político que entediou sua população ao tentar o afastamento de DEUS, o vital Religare.

O capitalismo primitivo, simbolizado pelos Estados Unidos, expandiu o mercado financeiro visando o lucro, beneficiando apenas alguns países e considerando o trabalhador como frio número, ou seja, uma nova face do ateísmo.

Por que tais esforços e o acúmulo deles ainda não geraram a felicidade de toda a gente terráquia? O que não foi feito? Será que DEUS já ensinou-nos a fazer a "base do edifício"? Com Certeza, sim!

O excedente das safras deve ser distribuído, prioritariamente entre os necessitados. Deus não pode compensar os produtores com proteção, evitando gastos adquirindo agrotóxicos, aumentando assim a qualidade e lucratividade, e desviando distúrbios climáticos?

Se o mercado interno for estimulado, todos terão, com o tempo, poder de compra, porque os preços serão mensurados devidamente, voltando a ser competitivos no mercado internacional (vide o exemplo da China: 2º. PIB mundial e o País que mais recebe investimentos externos em 2010)?

O Brasil, graças a Alziro Zarur, percebeu a maior lição de Deus: o Amor Divino, exemplificado por JESUS: _ Amai-vos como Eu vos amei (Evangelho do Cristo Planetário consoante João, cap. 13:34), proclamado em Campinas/SP, no dia 7 de setembro de 1959, quando comemoramos a Independência deste País. Se este praticá-lo e exporta-lo, o "mundo brasileiro" não passará, porque guiando e guiado pelo próprio Deus.

Viva o Brasil!... do Amor perfeito supracitado.

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Atualizado em: Dom 3 Out 2010

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