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A Morte

Eu ouço ainda o teu canto,
nas florestas, e casas, nos cemitérios...
Andas arrastando o seu manto, 
desde séculos passados, a vindouros séculos. 

É tu, que assombrarás o homem,
no silêncio da noite quedo...
Vem os males que o consomem,
e à ave cabalística do medo. 

Tocas,tenebrosa,teu arpejo e prossegues, 
nesta marcha em que segues,
pelo mundo a caminhares...

Entoando, melancólico, teu hino,
pelos campos do destino,
até um dia, finalmente, me encontrares.
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Atualizado em: Seg 7 Jan 2019
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