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À Noite

Tarde virá à noite e este céu,
azul que vês este risonho...
Céu há de cobri-lo o seu negro véu,
cobri-lo, deixando-o tristonho. 

Como ele, há de ficares, tu que já ouviste,
merencório às notas do lamento...
Entoar no peito triste,
melodias que lhe traz o vento. 

Nesta estrada em que andas,vão os sonhos,
vem às mágoas, e os medonhos 
pensamentos que ecoam como um grito...

Se dispersam como às brumas n'alvorada,
ante o canto matinal da passarada,
e o astro que despontas no infinito.
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Atualizado em: Qui 15 Nov 2018

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