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Aos sambistas de São Paulo

Acordo,
Boto minha camisa verde e branco,
Grita alguém:
Antes: lavapés!

A nenê grita,
Terá uma mocidade alegre?
Bela pérola negra,
Eis uma estrela do terceiro milênio!

Ouço minha música em tom maior,
Na lapela as rosas de ouro,
Em cima da hora:
Vai, Vai!

Sou acadêmico,
No Tucuruvi ou Tatuapé,
Formado agora digo:
Paulistano da glória sou!

Subo o morro da Casa Verde,
Uma águia de ouro reluz,
Reflexos do astro-rei,
Ao longe, aquela mancha verde natural!

Unidos todos no Peruche,
Vejo um monte de gaviões,
Fiel é seu lema,
Na Barroca um pulo eu dou!

A vila de Piratininga,
A primeira de São Paulo,
Ficou na história marcada,
O Imperador é quem manda no Ipiranga!

Conversando com Seu Leandro,
Lá do bairro de Itaquera,
Disse-me o grande sambista:
Venha cantar o samba da vela!

Por fim,
Entre sorrisos e gente,
Baluartes da Educação nascente,
Assim meu samba rolou!

Se você nada entendeu,
Não se preocupe,
Pergunte ao Adoniran,
Lá do bairro de Jaçanã!
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Atualizado em: Sex 1 Jul 2022

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