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Fim

Quando perguntares quem sou, dize que sou o vento que a brisa beijou.

Quando, tu, anjo rebelde procurares minha voz, grita bem alto, porque surda estou.

Quando a escrita ficar calada e os versos remoídos e, depois de um tempo pularem do peito para o papel, dize ao passado que a mente de agora, do pó, levantou-se.

Quando o fim chegar não enterres minhas palavras, não mates os sentimentos, não estrangules a poesia, apenas espalha, com alegria, o dom da escrita.

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Atualizado em: Sex 1 Jan 2021

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