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Crime na favela

 
E lá estava o corpo estirado
espaldas têm perfuradas
Chão de sangue encharcado
Respostas a serem encontradas.
 
Na investigação nenhuma pista 
Tudo vago resta sem solução
uma testemunha à vista
Vem a cargo uma resposta então
 
A vítima quem havia pensado
Não era só vítima mas também culpado
pois se dissera na comunidade
teria feito muita maldade.
 
A autoridade então deliberou
Se encontre sim o increpado 
Pois quem debalde atirou
Deve ser por fim julgado.
 
Não se justiça gente com a própria mão
O Estado forte é para tal mais preparado
entidade mesma que fugindo a obrigação
a comunidade à sorte havia legado.
 
Encontrar o autor a polícia consegue
na delegacia o caso desfeito é concluso
o vil criminoso finalmente feito ocluso
E na favela a sevícia da morte prossegue.
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Atualizado em: Seg 14 Dez 2020

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