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"O voto,"

quase, o esboço..
pele deste hábito, alvoroço
equilíbrio por contagem de antes
e, doravante..
esquecer.
...
da linha-ave não respira em única rima de nunca te dissipar
da rua que não te é a minha e por onde não te posso procurar
à história sem meios e rastros, ou pistas e saídas, nem espaços
não te posso! não te ouço levantar.. é ato de soprar, propagado!
então, é exercício em livre-arbítrio às horas em que me pensei..
por estar insano de desvios em razão e ao quanto que acreditei..
vão.. em vão. e eu sempre soube! tela que não coube o teu nome
eu, aqui! impávido, insone e dormente por alvitrar-me desta fome
da ilusão em copo por infestar-me, ó tempestade! ouro e prata!
da condição etérea por reinar em abuso do ir e vir, do ir e vir,(e tornar)
à memória que atravesso rente e sob fogo em minhas mãos atadas

lê-me! à esta noite que te finda..pois, é carta que ainda peca, também!
dê-me corda pra enforcar este controle! sê-me vilã, me faz cair(e tornar)
é porquê.. teu, sou. de perto e de longe.. ora asfalto, ora ponte e, amén



..meu amor,
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Atualizado em: Seg 9 Set 2019

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