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A ironia do verso

A ironia do primeiro grão de areia
Ela era única, para sempre a primeira.
Ela disse que juntos seriam eternos
Não importando onde fosse; no céu ou inferno.

Mesmo depois da morte o amor deles viveria e iria
Inspirar os raios de sol, como canções e poesia.
O tempo passou e ela sentiu o sol perder o brilho
Assim como as estações no ciclo do vício

Com todas as lembranças fugindo pela janela.
A noite chegou e lhe pesou eterna
Ele continuava a provar daquela dor
Fragmentos da fria solidão que o impregnou.
Ouvia os ecos que vagavam no som daqueles passos
Não conseguia esquece-la na escuridão daquele fado.
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Atualizado em: Dom 23 Jun 2019

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