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Natal... tempo de espera.

Natal... tempo de espera.

Mas será?

Natal é chegada!

Chega-se a simplicidade e representação da pureza em nossos corações.

Nos olhos, chega a docilidade que projeta a ternura.

Na boca, chega o silêncio reflexo-meditativo do pensar: porque essa situação? O que fazer? Como reapromixar-se? Com quem cearei (…)?

Em mesas chegam fartura, noutras um nada que é tortura.

Em lares chegam abraços e em outros, entre quatro paredes se quebram os laços.

O Menino chega: um superior em situação inferior. O absurdo das contradições existe e está vivo no meio de nós, então, a harmonia existe... E porque insistimos em ser contrários uns aos outros? Nesse sentido, há espera de conciliação, perpetuação de uma positividade.

Ficamos esperando tanto certas coisas que o que chega, passa despercebido... Não só o que chega simbolicamente, mas o que é presente concretamente: Família, Amigos, caráter, sentimento, acontecimento.

Não deixar o que chega, ir embora, é tarefa do receptor, nós! A recepção requer atenção, cuidado, calorosidade, afetividade, sorrisos e abraços.

Recepção sempre é comemoração. Comemoração minha com o outro que recebo, minha porque o outro veio e do outro por seus motivos próprios. Comemoração é um momento celebrativo, que agradece a presença e compartilha o momento sem pensar na saída. Celebrar requer harmonia: nossos desejos são re-unidos e realizados. Época propícia para nos reunir junto Àquele e aqueles que chegam e, assim, realizar nossas vidas-com... é o Natal.

Achegue-se a meu Natal e sinta minha receptividade. Este é meu presente a você!

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Atualizado em: Sex 23 Dez 2011

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