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QUEM EU SOU

Um homem maduro,

Puro demais para viver no escuro,

Mostrar uma face que não e minha

Viver a sombra e sem caminho.

 

Valente o suficiente

Para não me dobrar a mente,

Mas pago o custo da ignorância

Do pouco da minha insignificância.

 

Viver tem sido uma arte

De me defender dos amigos de sempre.

Aos inimigos declarados de visão

Não há rosto nem diálogos sãos.

 

Difícil e mais difícil é a compreensão,

E se erras na luta por um tris, és infeliz.

Condenado aos olhos de quem nem tem

Flores e amor como reféns.

 

Olhares engessados sobre ti

E tribunais se estabelecem em cada canto

Diferente e indiferente de outros prantos

Que acolhi no seio dos meus encantos.

 

Vasto e longo é o tempo que se foi

Não vejo pelo canto do retrovisor alguém

Capaz de colher um pouco da poeira que fiz

Fui e sempre seria do vento

 

A vida não é um lamento

É o tormento de nos mesmos,

É o nó que damos sem querer

E apertamos quem nos faz sofrer...

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Atualizado em: Qua 24 Out 2012

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