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Sim. Sim senhor.

Flutuando no limiar do horizonte

Em busca do infinito perdido,

Mas que existe em cada um de nós.

Eu vou.

 

Olhos tortos e fixos na linha

Sem laterais, nem profundidade.

E o céu na cabeça despercebido.

Passa.

 

Nenhum tropeço à vista.

Milhões fora da vista.

Nos dedos as marcas.

Eu sou.

 

Viveu menos é o que todos acham.

Quando partem.

O medo do escuro esta no útero.

Lugar seguro.

 

Ah se eu pudesse não teria nascido,

Porque tenho medo da morte.

Ora, vou vagar e porque vegetaria.

Sim. Sim senhor.

 

Sim. Sim senhor!

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Atualizado em: Sáb 13 Out 2012

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