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ROI VELHO

Olho para a saia de cetim amarela,

Rosa na cabeça como donzela,

Lábios vermelhos em destaque,

Sem compreender os sinais dos tempos,

que diferentes profissões se identificavam

em diferentes trajetos.

 

E as crianças não sabiam do que se tratava

Pois o sexo não existia

A cegonha chegou a casa

E foi-se embora levando no bico

A razão da vida e a explicação do tudo...

 

E elas para que serviam tão diferentes,

Num lugar chamado RISO DA NOITE,

que com o tempo, no meu lugar de sol quente,

Corroendo a cal das letras pobres só sobraram  o R, o O e o I

Formando o a palavra ROI.

 

Então, os rapazolas mais versados iam ao ROI

que de forma dissuadida era chamado de ROI VELHO.

Aos poucos, eu associei o transito

daquelas  mulheres de cetim vermelho e amarelo

Circulando por perto do ROI.

 

ROI VELHO, -  palco das malicias e da inocência da minha gente

Como eu... que não sabia nada do que era um cabaré... à moda antiga...

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Atualizado em: Sáb 22 Set 2012

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