person_outline



search

O vento da minha espinha.

   O ideal não é a fuga, mas sim a espera. O inicio do desconhecido se apresenta como melhor amigo, os segundos dão vida a esperança, nos transforma naquela criança, livre, inocente e capaz. O ideal não é a paz, mas sim o medo. O despertar de um sonho perfeito, ilumina o nosso primeiro mundo com o desapego, as memórias póstumas de nós dois nessa cama, os embaraços dos nossos laços que sempre terminavam com os melhores abraços. O ideal não é pensar, mas sim realizar. A fé presa no coração alimentando cada vez mais a fuga dessa prisão, um abismo a cada passo do passado, duvidamos de nós mesmos na terceira pessoa do plural. O ideal não é ser justo, mas sim entender que tudo tem um custo. Piores pesadelos despertam a culpa, favorecemos ignorância com influencia, as desculpas não tem valor para quem trata o mundo com pudor, envelhecemos a cada dia lembrando o tempo em que a gente vivia de verdade, tempos de liberdade na verdade nunca foram embora, só deixamos tudo o que é bom no frio lá fora. O ideal não são as coisas que comovem, mas sim os sentimentos que nos movem. Pedras no caminho e as perdas do corpo sozinho, império de capital comprando o melhor prazer trivial. O ideal não é ter liberdade, mas sim ser escravo da saudade. O meu eu nasceu para ser teu, cansei de esperar minha vida mudar e fiz o salto, voei alto para ser livre no meu sonho irreal, só bastava saber que eu nunca fui o cara ideal.

Pin It
Atualizado em: Sáb 6 Abr 2013

Deixe seu comentário
É preciso estar "logado".

Curtir no Facebook

Autores.com.br
Curitiba - PR

webmaster@number1.com.br

whatsapp  WhatsApp  (41) 99115-5222