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O nascimento de Fênix

Foi só abrir seus olhos para que a imensidão em chamas viesse recebê-lo. O vago e morno calor infundia-lhe aos poucos um sutil alento. E a estonteante beleza brilhava-lhe nos olhos. Lentamente foi sentindo seu corpo. O inebriante perfume das canelas, das mirras e das cássias animava-lhe o espírito, incutindo-lhe a profunda sensação de que já vivera tudo aquilo. Arriscou olhar para baixo. Estava só, completamente só. Apenas uma vastidão em terras ardia alaranjada, banhada pela luz rubra do nascente dia. Que mundo esplêndido descortinava-lhe diante de si! A palmeira era alta, mas não lhe provocava medo. O verde das folhas fascinava-o. E o dourado das mirras cintilava como fiozinhos de ouro. Uma fulgurante alegria brotava de seu âmago. Abriu suas vermelhas e arroxeadas asas, largamente, de ponta a ponta. E cantou suas primeiras notas em melodia.

(...)
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Atualizado em: Sex 24 Abr 2009

Comentários  

#3 Aline Pottier 05-05-2008 20:22
:-) :-) :-)
Oi Marcel,
Li e reli, realmente amei. Você escreve muito bem! Parabéns!
Aline
#2 Aline Pottier 05-05-2008 20:22
:-) :-) :-)
Oi Marcel,
Li e reli, realmente amei. Você escreve muito bem! Parabéns!
Aline
+5 #1 Aline Pottier 05-05-2008 20:22
:-) :-) :-)
Oi Marcel,
Li e reli, realmente amei. Você escreve muito bem! Parabéns!
Aline

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